{"id":6515,"date":"2022-05-06T05:15:05","date_gmt":"2022-05-06T05:15:05","guid":{"rendered":"https:\/\/semfronteiras.eu\/?page_id=6515"},"modified":"2022-05-06T06:41:48","modified_gmt":"2022-05-06T06:41:48","slug":"dossie-ambiente-a-agressao-ao-planeta-5","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/dossie-ambiente-a-agressao-ao-planeta-5\/","title":{"rendered":"DOSSI\u00ca AMBIENTE | A AGRESS\u00c3O AO PLANETA"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-cyan-bluish-gray-background-color has-background\">AMBIENTE E ECONOMIA | DOSSI\u00ca &#8211; Parte 6<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A AGRESS\u00c3O AO PLANETA (VI)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Num dom\u00ednio que exerce peso consider\u00e1vel sobre a situa\u00e7\u00e3o ambiental \u2013 a \u00e1rea do sector econ\u00f3mico digital (que inclui sobretudo os televisores, os telem\u00f3veis, os computadores, os aparelhos associados \u00e0 internet, os ecr\u00e3s e as consolas de jogos, mas tamb\u00e9m os centros e as redes de dados) \u2013 \u00e9 frequentemente posto em relevo o enorme consumo de electricidade, em termos mundiais, que \u00e9 atribu\u00eddo a esse sector. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1002\" height=\"557\" data-id=\"6518\" src=\"https:\/\/semfronteiras.eu\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Megamineria-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6518\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Megamineria-2.jpg 1002w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Megamineria-2-300x167.jpg 300w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Megamineria-2-768x427.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1002px) 100vw, 1002px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, s\u00f3 as infraestruturas digitais \u2013 redes e centros de dados \u2013 \u201cqueimam\u201d o equivalente a metade da produ\u00e7\u00e3o nuclear francesa. Outro exemplo: os 10 mil milh\u00f5es de mensagens electr\u00f3nicas enviadas em cada hora em todo o mundo requerem o equivalente \u00e0 produ\u00e7\u00e3o el\u00e9ctrica hor\u00e1ria de quinze centrais nucleares. Mas outra perspectiva, al\u00e9m do consumo de electricidade, d\u00e1 peso adicional \u00e0 pegada ambiental do digital: um telem\u00f3vel, que pesa escassos 150 gramas mas em cuja constru\u00e7\u00e3o s\u00e3o exig\u00edveis cerca de 50 metais diferentes, requer uma utiliza\u00e7\u00e3o de recursos cujo peso \u00e9 de 150 quilos.<a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\">[1]<\/a> Ainda nesta perspectiva, \u201cA constru\u00e7\u00e3o de um computador port\u00e1til emite cerca de 330 quilos de equivalente CO<sub>2<\/sub>, necessitando de imensa \u00e1gua e mat\u00e9rias primas, nomeadamente metais como o pal\u00e1dio, o cobalto ou as terras raras. O funcionamento dos centros de dados por si s\u00f3 d\u00e1 origem a 19% do total da pegada energ\u00e9tica digital\u201d.<a id=\"_ftnref2\" href=\"#_ftn2\">[2]<\/a> Uma perspectiva mais abrangente \u00e9 ainda a da \u201cInternet das coisas\u201d (entendida como uma extens\u00e3o da Internet que permite que os objetos do quotidiano \u2013 dotados de capacidade computacional e comunicativa \u2013 se liguem \u00e0 Internet) que as grandes empresas da tecnologia se esfor\u00e7am por promover e fazer progredir. Como acreditar que tais empresas estejam a adoptar comportamentos mais s\u00f3brios que apoiem a luta contra a crise clim\u00e1tica, quando essa internet das coisas requer desenvolvimentos que conduzem a enormes consumos de mat\u00e9rias primas, energia e trabalho. Atente-se a esse respeito na alternativa entre o que est\u00e1 por detr\u00e1s de alumiar uma sala recorrendo \u00e0 voz numa \u00e1rea conectada a um sistema tecnol\u00f3gico constru\u00eddo nesse sentido e o simples apoio de um dedo sobre um interruptor. N\u00e3o se pode por outro lado ignorar que as redes 5G ir\u00e3o em breve multiplicar os consumos energ\u00e9ticos da rede m\u00f3vel.<a id=\"_ftnref3\" href=\"#_ftn3\">[3]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>A presun\u00e7\u00e3o de que as grandes empresas da tecnologia digital est\u00e3o a adoptar comportamentos mais de acordo com a luta contra a crise clim\u00e1tica revela-se bastante t\u00edmida quando comparada com a convic\u00e7\u00e3o que uma \u201csanta alian\u00e7a\u201d mundial tem vindo a exprimir de modo cada vez mais afirmativo no sentido de considerar que n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel controlar as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sem um recurso maci\u00e7o ao digital. J\u00e1 acima foram referidos dados que v\u00e3o numa direc\u00e7\u00e3o perfeitamente oposta. Um outro artigo recente, com o t\u00edtulo \u201cQuand le num\u00e9rique d\u00e9truit la plan\u00e8te\u201d<a href=\"#_ftn4\" id=\"_ftnref4\">[4]<\/a>, amplia consideravelmente tal conjunto de dados de um modo que ro\u00e7a, de modo proveitoso, a vertigem. N\u00e3o s\u00f3 apresenta elementos que v\u00e3o no sentido de demonstrar que a polui\u00e7\u00e3o digital \u00e9 colossal como refor\u00e7a a perspectiva de que ela \u00e9 mesmo aquela que se desenvolve mais rapidamente. Come\u00e7ando por esclarecer que as tecnologias digitais mobilizam actualmente 10% da electricidade produzida no mundo e emitem cerca de 4% do CO<sub>2<\/sub> que \u00e9 lan\u00e7ado na atmosfera (um pouco menos que duas vezes o que faz toda a aeron\u00e1utica civil), o referido artigo vai al\u00e9m do que \u00e9 rejeitado para o ambiente (degradando-o) e procura contabilizar os recursos que s\u00e3o absorvidos, gastos, para que essas tecnologias funcionem. Dando um exemplo, quando da sua fabrica\u00e7\u00e3o, um computador que pesa 2 quilos mobiliza, entre outros recursos, 22 quilos de produtos qu\u00edmicos, 240 quilos de combust\u00edvel e tonelada e meia de \u00e1gua cristalina. Outro exemplo que bate todos os outros em tal perspectiva \u00e9 o do circuito integrado que, pesando apenas 2 gramas requer um total de mat\u00e9rias primas que atingem 32 quilos.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta quest\u00e3o dos recursos necess\u00e1rios \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do sector digital \u00e9 vista numa perspectiva um pouco diferente, mas complementar da que acaba de ser descrita, numa das cr\u00f3nicas semanais do jornal <em>Le Monde<\/em> da autoria de St\u00e9phane Lauer<a href=\"#_ftn5\" id=\"_ftnref5\">[5]<\/a>. Tal cr\u00f3nica incide sobre a transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica que visa o desenvolvimento do autom\u00f3vel el\u00e9ctrico e confronta-nos com as contradi\u00e7\u00f5es que essa transi\u00e7\u00e3o nos transmite. Sendo o ar limpo a promessa que nos faz vislumbrar o advento do carro el\u00e9trico, refere o autor, alguns acreditam que a economia acabaria por se tornar um caminho de p\u00e9talas de rosa, finalmente livre da polui\u00e7\u00e3o e da depend\u00eancia de mat\u00e9rias-primas. Mas coloca-se a quest\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9ctrica para operar esse parque autom\u00f3vel de forma sustent\u00e1vel, o que leva as pessoas a interrogarem-se sobre se haver\u00e1 o suficiente para fabricar as dezenas de milh\u00f5es de baterias necess\u00e1rias para essa gigantesca transi\u00e7\u00e3o. Assim, a demanda dos metais necess\u00e1rios para fabricar baterias (alum\u00ednio, cobalto, ferro, chumbo, l\u00edtio, mangan\u00eas e n\u00edquel) dever\u00e1 aumentar significativamente at\u00e9 2050, a Comiss\u00e3o Europeia estimando em particular que as necessidades em l\u00edtio da UE ser\u00e3o multiplicadas por dezoito at\u00e9 2030, enquanto as de cobalto ser\u00e3o cinco vezes mais elevadas no mesmo horizonte (esperando-se uma escassez de cobalto at\u00e9 essa data). No que respeita ainda em particular ao l\u00edtio, e sabendo-se que a sua extra\u00e7\u00e3o polui a \u00e1gua e os alimentos, isso leva a uma reavalia\u00e7\u00e3o do custo real da mudan\u00e7a para a pretendida mobilidade sustent\u00e1vel. Compreende-se assim que milhares de pessoas se tenham manifestado no m\u00eas passado em diversas cidades da S\u00e9rvia contra um projecto de extra\u00e7\u00e3o de l\u00edtio, bloqueando estradas, e o governo do pa\u00eds tenha suspendido a sua lei de expropria\u00e7\u00e3o de moradores que eram prejudicados por tal projecto. \u00c9 ali\u00e1s uma situa\u00e7\u00e3o que tem alguns paralelos com o que se tem passado em Portugal, onde (em freguesias do norte do pa\u00eds) tem havido protestos \u00e0s inten\u00e7\u00f5es de explora\u00e7\u00e3o desse metal. Em termos, por outro lado, da explora\u00e7\u00e3o do cobalto, \u00e1rea em que a Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (RDC) concentra grande parte da produ\u00e7\u00e3o (cerca de 70%) e reservas mundiais, sabe-se que actualmente a China controla quinze das dezanove minas existentes, as quais s\u00e3o exploradas a maior parte do tempo em condi\u00e7\u00f5es calamitosas, n\u00e3o s\u00f3 no dom\u00ednio ambiental mas tamb\u00e9m social. Mas n\u00e3o s\u00f3 o l\u00edtio e o cobalto apresentam problemas graves de explora\u00e7\u00e3o ou outros. A produ\u00e7\u00e3o de metais abundantes como o cobre (essencial para a electrifica\u00e7\u00e3o do planeta) e o alum\u00ednio (uma multiplicidade de utiliza\u00e7\u00f5es, mas com destaque para diversos meios de transporte), causando polui\u00e7\u00f5es e requerendo grandes consumos de \u00e1gua, tem sido deslocalizada pelos pa\u00edses desenvolvidos, em particular para a China. As terras raras (essenciais para a produ\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos el\u00e9ctricos e instrumentos ou infraestruturas do digital), cuja extra\u00e7\u00e3o \u00e9 extremamente destruidora do meio ambiente, t\u00eam tamb\u00e9m sido objecto de semelhante deslocaliza\u00e7\u00e3o. O sil\u00edcio, por seu lado, muito utilizado para a produ\u00e7\u00e3o de pain\u00e9is solares mas requerendo uma refina\u00e7\u00e3o que exige muita electricidade, tamb\u00e9m tem sido deslocalizado para a China, que utiliza centrais a carv\u00e3o para o efeito.<a href=\"#_ftn6\" id=\"_ftnref6\">[6]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de electricidade, eis uma quest\u00e3o que \u00e9 presentemente central no dom\u00ednio ambiental e que na COP26 recebeu uma aten\u00e7\u00e3o especial. Nessa altura, as posi\u00e7\u00f5es no sentido de substituir as origens em combust\u00edveis f\u00f3sseis por energias renov\u00e1veis foram predominantes. Insatisfatoriamente, as atitudes contra a energia nuclear foram menos insistentes e as inten\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios pa\u00edses em manter, e mesmo aumentar, o recurso a essa energia continuam a ter express\u00e3o. \u00c9 o caso, por exemplo, da China (que tem 56 reactores em servi\u00e7o e 14 em constru\u00e7\u00e3o), da \u00cdndia (23 e 6, respectivamente), da Coreia do Sul (24 e 4), da R\u00fassia (38 e 3) e do Jap\u00e3o (33 e 2). E os pa\u00edses que mais reactores t\u00eam, Estados Unidos (93) e Fran\u00e7a (56), embora pouco activos neste momento em termos de constru\u00e7\u00e3o, n\u00e3o d\u00e3o sinais claros de vir a reduzir as respectivas depend\u00eancias relativamente a tal energia (no caso franc\u00eas, o presidente Emmanuel Macron, candidato a reconquistar o seu cargo nas elei\u00e7\u00f5es que v\u00e3o ter lugar em Abril pr\u00f3ximo, j\u00e1 anunciou a sua inten\u00e7\u00e3o de continuar a investir no \u00e1tomo).<a href=\"#_ftn7\" id=\"_ftnref7\">[7]<\/a> Tudo isso n\u00e3o obstante o enorme n\u00famero de incidentes que t\u00eam tido lugar desde que h\u00e1 reactores (ver a longa lista que consta da p\u00e1gina <a href=\"https:\/\/fr.wikipedia.org\/wiki\/Liste_d%27accidents_nucl%C3%A9aires\">https:\/\/fr.wikipedia.org\/wiki\/Liste_d%27accidents_nucl%C3%A9aires<\/a> da Wikipedia, em que \u00e9 dado o maior destaque \u00e0s cat\u00e1strofes ocorridas em Three Mile Island em 1979, Chernobil em 1986 e Fukushima em 2011; como tem sido divulgado, este \u00faltimo desastre assume contornos mais tr\u00e1gicos ap\u00f3s a decis\u00e3o recente tomada pelo Jap\u00e3o de despejar as \u00e1guas contaminadas no oceano). Mas n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 os percal\u00e7os, maiores ou menores, que podem atingir as instala\u00e7\u00f5es nucleares que devem contar. H\u00e1, por um lado, res\u00edduos altamente radioactivos que resultam da respectiva labora\u00e7\u00e3o e mant\u00eam a sua perigosidade durante milhares de anos e, por outro, problemas que se arrastam durante dezenas de anos com o desmantelamento das unidades que v\u00eam chegar o final do seu per\u00edodo de utiliza\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m os elevados custos envolvidos (negados pelos partid\u00e1rios dessa \u201csolu\u00e7\u00e3o\u201d) constituem um forte argumento contra as centrais nucleares. Num caso que tem vindo a ter a aten\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o social franceses, a central de Flamanville, que devia ter entrado em funcionamento em 2012 ap\u00f3s um investimento de cerca de 3 mil milh\u00f5es de euros, n\u00e3o s\u00f3 continua actualmente em constru\u00e7\u00e3o como o seu custo dever\u00e1 ser de 6 a 7 vezes superior. O mais absurdo de tudo isto \u00e9 que os proponentes dessas centrais t\u00eam vindo a considerar que elas v\u00e3o produzir energia verde, dado que ir\u00e3o substituir as energias f\u00f3sseis. Esse \u00e9 ali\u00e1s o argumento que a Fran\u00e7a ter\u00e1 utilizado para pressionar a Comiss\u00e3o Europeia para incluir o nuclear na proposta que vai definir as regras de apoio ao financiamento de energias sustent\u00e1veis. Quest\u00e3o que levou a reac\u00e7\u00f5es de membros do governo e do parlamento alem\u00e3es, que se manifestaram contra a proposta.<a href=\"#_ftn8\" id=\"_ftnref8\">[8]<\/a> Reac\u00e7\u00f5es que eram de esperar e que confirmam a posi\u00e7\u00e3o assumida pela Alemanha desde o desastre de Fukushima no sentido de desactivar as suas centrais, posi\u00e7\u00e3o que tem vindo a ser implementada desde ent\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A Fran\u00e7a est\u00e1 aqui perto de n\u00f3s e s\u00f3 nos podem inquietar a sua depend\u00eancia do nuclear (67% da produ\u00e7\u00e3o de energia do pa\u00eds) e os planos que v\u00e3o sendo feitos para construir mais centrais. Mas o Jap\u00e3o, que rep\u00f4s em funcionamento 33 reactores no ano passado e est\u00e1 a construir 3 novas centrais, tem desde o passado m\u00eas de Outubro um primeiro ministro que parece estar a dar prioridade ao nuclear por raz\u00f5es que apresenta como de natureza ambiental e econ\u00f3mica<a href=\"#_ftn9\" id=\"_ftnref9\">[9]<\/a>. A China, por seu lado, j\u00e1 com um total de produ\u00e7\u00e3o de electricidade de origem nuclear que s\u00f3 \u00e9 ultrapassada pelos Estados Unidos, anunciou, tamb\u00e9m recentemente, a constru\u00e7\u00e3o de mais 150 novos reactores no seu solo (procurando deixar de estar dependente do carv\u00e3o) e de cerca de 30 destinados a exporta\u00e7\u00e3o. Pergunta-se: Que mais nos espera?<\/p>\n\n\n\n<p>Lisboa, 23 de Janeiro de 2022<\/p>\n\n\n\n<p>Filipe do Carmo<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image is-style-default\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/semfronteiras.eu\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/filipe1-6.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6517\" width=\"329\" height=\"297\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/filipe1-6.jpg 407w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/filipe1-6-300x271.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 329px) 100vw, 329px\" \/><figcaption>Filipe do Carmo<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Ver, a tal prop\u00f3sito, o artigo \u201cNum\u00e9rique, le pi\u00e8ge climatique\u201d, publicado no <em>Le Monde<\/em> de 2021-01-11, p\u00e1ginas 18 e 19.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\" id=\"_ftn2\">[2]<\/a> Conforme referido no artigo \u201cLe num\u00e9rique carbure ao charbon\u201d (<em>Le Monde Diplomatique<\/em>, Mar\u00e7o de 2020, p\u00e1gina 3).<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref3\" id=\"_ftn3\">[3]<\/a> Ver tamb\u00e9m a tais respeitos o artigo referido na nota anterior.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref4\" id=\"_ftn4\"><em><strong>[4]<\/strong><\/em><\/a><em> Le Monde Diplomatique<\/em> de Outubro 2021, p\u00e1ginas 1 e 18-19.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref5\" id=\"_ftn5\">[5]<\/a> Cr\u00f3nica com o t\u00edtulo \u201cFoire d\u2019empoigne sur les batteries\u201d, publicada em 2021-12-14, p\u00e1gina 33.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref6\" id=\"_ftn6\">[6]<\/a> Ver tamb\u00e9m a cr\u00f3nica de Jean-Michel Bezat no <em>Le Monde<\/em> de 2021-09-21, p\u00e1gina 31, intitulada \u201cLes trous noirs de la r\u00e9volution verte\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref7\" id=\"_ftn7\">[7]<\/a> Ver o editorial do <em>Le Monde<\/em> de 2021-11-2021 e os artigos no mesmo exemplar do jornal \u201cRelance du nucl\u00e9aire: huit questions pour un d\u00e9bat radioactif\u201d (p\u00e1ginas 18-19) e \u201cCes pays qui continuent \u00e0 miser sur le nucl\u00e9aire\u201d (p\u00e1gina 20).<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref8\" id=\"_ftn8\">[8]<\/a> Ver o artigo \u201cAlemanha e Fran\u00e7a em rota de colis\u00e3o na UE por causa da energia nuclear\u201d (<em>P\u00fablico<\/em> de 2022-01-03, p\u00e1gina 18). Ver tamb\u00e9m, sobre os mesmos assuntos mas tamb\u00e9m sobre o encerramento recente de v\u00e1rias centrais nucleares francesas devido a v\u00e1rios problemas que as t\u00eam afectado, alguns artigos publicados mais recentemente no <em>Le Monde<\/em>: em 2022-01-19, \u201cLa Commission europ\u00e9enne, clairement sous influence allemande, appara\u00eet duplice sur la question du nucl\u00e9aire\u201d e \u201cLes enjeux du programme de r\u00e9acteurs EPR m\u00e9ritent d\u2019\u00eatre discut\u00e9s d\u00e9mocratiquement\u201d (p\u00e1gina 32); em 2021-01-20, \u201cNucl\u00e9aire: les d\u00e9boires en cascade d\u2019EDF et de l\u2019\u00c9tat actionnaire\u201d (p\u00e1ginas 16 e 17) e \u201cL\u2019ASN met en garde contre \u00abune double fragilit\u00e9 in\u00e9dite\u00bb\u201d (p\u00e1gina 17).<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref9\" id=\"_ftn9\">[9]<\/a> Ver o artigo \u201cLe nucl\u00e9aire, priorit\u00e9 du Japon pour la neutralit\u00e9 carbone\u201d (<em>Le Monde<\/em>, 2022-01-07, p\u00e1gina 16).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>AMBIENTE E ECONOMIA | DOSSI\u00ca &#8211; Parte 6 A AGRESS\u00c3O AO PLANETA (VI) Num dom\u00ednio&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6521,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6515"}],"collection":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6515"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6515\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6519,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6515\/revisions\/6519"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6521"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6515"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}