{"id":10051,"date":"2023-07-18T09:18:31","date_gmt":"2023-07-18T09:18:31","guid":{"rendered":"https:\/\/semfronteiras.eu\/?p=10051"},"modified":"2023-07-18T09:18:34","modified_gmt":"2023-07-18T09:18:34","slug":"5o-forum-liberdade-pensamento-critico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/2023\/07\/18\/5o-forum-liberdade-pensamento-critico\/","title":{"rendered":"5\u00ba F\u00f3rum Liberdade &#038; Pensamento Cr\u00edtico"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2023-07-18T09:18:31+00:00\">18 de Julho, 2023<\/time><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">OPINI\u00c3O &#8211; <strong>Algumas considera\u00e7\u00f5es sobre dois pain\u00e9is <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:26px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"777\" height=\"423\" data-id=\"10052\" src=\"https:\/\/semfronteiras.eu\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/aure\u0301lien.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10052\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/aure\u0301lien.jpg 777w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/aure\u0301lien-300x163.jpg 300w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/aure\u0301lien-768x418.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 777px) 100vw, 777px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong> <\/strong>Aur\u00e9lien Barrau &#8211; <em>[[Imagem:Aur\u00e9lien Barrau bei einer Vorlesung am IH\u00c9S (Paris).jpg|thumb|180px|Legenda]<\/em><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:19px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por Filipe do Carmo<\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assisti no passado s\u00e1bado dia 15 de julho a dois pain\u00e9is deste F\u00f3rum \u2013 o primeiro de tema <em>Guerra e liberdade de express\u00e3o<\/em> (a que s\u00f3 assisti parcialmente e em condi\u00e7\u00f5es de audi\u00e7\u00e3o med\u00edocres, devidas sobretudo \u00e0 minha m\u00e1 localiza\u00e7\u00e3o no seio da assist\u00eancia) e o segundo de tema <em>Trabalho e Ecologia. Que futuro?<\/em> <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Neste segundo painel, que acompanhei em boas condi\u00e7\u00f5es de audi\u00e7\u00e3o, dou destaque \u00e0s interven\u00e7\u00f5es dos conferencistas Pedro Soares e Raquel Varela, as quais considero bastante interessantes. Naturalmente que tais interven\u00e7\u00f5es, limitadas pelo tema sobre que incidiam, se focaram mais em particular nas implica\u00e7\u00f5es da evolu\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es ambientais neste nosso mundo sobre as condi\u00e7\u00f5es em que o trabalho \u00e9 desenvolvido, embora por vezes tenham, com indesment\u00edvel proveito, suplantado tal condicionamento. Isso foi vis\u00edvel, por exemplo, na descri\u00e7\u00e3o, na den\u00fancia feita, de situa\u00e7\u00f5es em que o sistema capitalista, na sua vers\u00e3o neoliberal, tem vindo a brindar os trabalhadores. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O capitalismo e as cat\u00e1strofes<\/h2>\n\n\n\n<p>Mas n\u00e3o ser\u00e1 j\u00e1 inadequado este \u201cneoliberal\u201d por ser insuficiente para caracterizar as condi\u00e7\u00f5es, crescentemente desfavor\u00e1veis, com que o sistema econ\u00f3mico tem vindo a brindar os trabalhadores e, tamb\u00e9m e consequentemente, os restantes humanos que ainda n\u00e3o trabalham ou procuram trabalhar (em particular os muito jovens) ou que j\u00e1 deixaram de trabalhar (como os reformados). \u00c9 que este capitalismo em que o tecnol\u00f3gico tem sido apresentado pelos seus promotores como o supra-sumo da compet\u00eancia e do sucesso \u00e9, cada vez mais e crescentemente, exibido como a solu\u00e7\u00e3o de maior peso para fazer face \u00e0s cat\u00e1strofes de natureza ambiental que v\u00e3o surgindo, muito em particular no que respeita ao aquecimento global.<\/p>\n\n\n\n<p>Poderei come\u00e7ar por criticar a predomin\u00e2ncia (por vezes a exclusividade) que a comunica\u00e7\u00e3o social (n\u00e3o s\u00f3 a que temos no nosso pa\u00eds, evidentemente) e a maioria dos comentadores sobre as quest\u00f5es ambientais d\u00e3o \u00e0 crise clim\u00e1tica (neste momento n\u00e3o me estou a referir especificamente ao que se passou no F\u00f3rum). \u00c9 importante sem d\u00favida (embora muitas vezes s\u00f3 se pense na atmosfera e n\u00e3o nos meios aqu\u00e1ticos quando se menciona o aquecimento global) dar relevo a essa crise. Contudo, tal relevo \u00e9 muito frequentemente acompanhado de indica\u00e7\u00f5es sobre os desenvolvimentos tecnol\u00f3gicos em curso, apresentando-os como indispens\u00e1veis para evitar as cat\u00e1strofes. Ora muitas vezes tais desenvolvimentos s\u00e3o claramente negativos para o meio ambiente, bastando lembrarmo-nos dos problemas ligados \u00e0 minera\u00e7\u00e3o (l\u00edtio, cobalto, \u2026), da import\u00e2ncia que tem vindo a ser dada ao nuclear (em Fran\u00e7a e na China, muito em particular; e n\u00e3o se poder\u00e1 esquecer que o Parlamento Europeu considerou o nuclear como energia verde) para substituir por exemplo os derivados do petr\u00f3leo na produ\u00e7\u00e3o de energia. E se, no caso da substitui\u00e7\u00e3o em curso dos ve\u00edculos a combust\u00e3o pelos el\u00e9ctricos se colocam muitas d\u00favidas\u00a0 sobre os\u00a0 \u201cprogressos\u201d desejados (entre outros problemas, ser\u00e1 de reter que as baterias constituem tamb\u00e9m um problema ambiental, o seu pre\u00e7o tende a ser cerca de metade do total do ve\u00edculo, o qual, para um modelo mediano, \u00e9 frequentemente da ordem dos 40 ou 50 mil euros), uma quest\u00e3o que raramente \u00e9 colocada \u00e9 a da necessidade absoluta de p\u00f4r um termo \u00e0 expans\u00e3o do autom\u00f3vel (e mesmo reduzir substancialmente o recurso a esse meio de transporte), o que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel sem altera\u00e7\u00f5es substanciais no urbanismo actual (no F\u00f3rum um dos conferencistas considerou indispens\u00e1vel uma evolu\u00e7\u00e3o para \u201ccidades pequenas\u201d, o que parece uma via prometedora, embora recheada de uma complexidade que n\u00e3o pode ser ignorada). <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Os lixos crescentes<\/h2>\n\n\n\n<p>Em termos de outros problemas de natureza ambiental, haver\u00e1 muito ainda a dizer al\u00e9m da crise clim\u00e1tica. Retive por exemplo algo que foi referido na troca de impress\u00f5es que teve lugar na parte final do painel no concernente \u00e0 biodiversidade, embora haja bastante mais que ser\u00e1 dif\u00edcil de expor no presente texto mas de que, para j\u00e1, se poder\u00e1 referir a polui\u00e7\u00e3o provocada pelos pl\u00e1sticos, outras polui\u00e7\u00f5es de natureza qu\u00edmica (com consequ\u00eancias nefastas n\u00e3o s\u00f3 na vida humana e na da maioria das esp\u00e9cies animais e vegetais) e as que derivam dos excessos (provocados sobretudo pelos abusos da obsolesc\u00eancia programada) cada vez mais evidentes na produ\u00e7\u00e3o de computadores e de telem\u00f3veis (levando a lixos crescentes que at\u00e9 h\u00e1 pouco tempo eram exportados para a China, situa\u00e7\u00e3o a que este pa\u00eds p\u00f4s fim, e que passaram a ser enviados sobretudo para pa\u00edses africanos).<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda relativamente \u00e0s interven\u00e7\u00f5es dos conferencistas acima referidos, n\u00e3o posso deixar de mencionar algo que apreciei e que foi a radicalidade que as acompanhou. N\u00e3o posso deixar, contudo, de dizer que foi uma radicalidade insuficiente, embora inevit\u00e1vel dadas as limita\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio tema em que se inseriram. A prop\u00f3sito de radicalidade assisti recentemente a um discurso pronunciado no Parlamento Europeu por Aur\u00e9lien Barrau (um astrof\u00edsico que tem feito deriva\u00e7\u00f5es pelo ambientalismo), cuja natureza extremista fez ganhar a 80 ou 90 % dos deputados, segundo o que percebi, cores pouco habituais. O que n\u00e3o impediu que eu considerasse na altura que tal radicalismo era ainda insuficiente (utilizando o <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=WcVbRA3AXJc\">LINK<\/a>  \u00e9 poss\u00edvel assistir a tal interven\u00e7\u00e3o; valer\u00e1 tamb\u00e9m a pena ler um livro de Barrau, intitulado <em>Le plus grand d\u00e9fi de l\u2019histoire de l\u2019humanit\u00e9<\/em>). N\u00e3o posso deixar de dizer, em tal contexto, que uma suficiente radicalidade (a come\u00e7ar pelo que diz respeito a abrang\u00eancia) \u00e9 sempre dif\u00edcil de atingir no dom\u00ednio ambiental, dada a elevada complexidade dos problemas que se colocam e as dificuldades em superar eventuais incompreens\u00f5es por parte dos auditores ou leitores.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O imp\u00e9rio americano<\/h2>\n\n\n\n<p>No que diz respeito ao painel sobre <strong><em>Guerra e liberdade de express\u00e3o<\/em><\/strong>, as dificuldades que tive em segui-lo n\u00e3o me impediram de compreender que as interven\u00e7\u00f5es dos conferencistas e dos assistentes incidiram sobre o que se passa na Ucr\u00e2nia (ou sobre o que se passa no conflito NATO-R\u00fassia). A minha opini\u00e3o \u00e9 que os EUA exercem um grande dom\u00ednio sobre a generalidade dos Estados do planeta.\u00a0 Constituem de facto um Imp\u00e9rio, mas falta-lhes impor o seu poderio militar \u00e0 R\u00fassia e \u00e0 China, verificando-se que os seus aliados (ou, talvez melhor, os Estados a que tem vindo a impor vassalidade), t\u00eam apoiado ou mesmo encorajado, esse sonho neoconservador. Segundo Michael Hudson (Professor de Investiga\u00e7\u00e3o de Economia na Universidade do Missouri, Kansas City) \u2013 que tem passado a escrito as suas convic\u00e7\u00f5es sobre os desenvolvimentos do Imp\u00e9rio americano e os interesses econ\u00f3micos que est\u00e3o por detr\u00e1s deles (por exemplo a substitui\u00e7\u00e3o do g\u00e1s russo at\u00e9 h\u00e1 pouco adquirido pelos europeus pelo g\u00e1s natural liquefeito produzido nos EUA de pre\u00e7o muito mais elevado, ou o enriquecimento do seu complexo militar-industrial) \u2013 os esfor\u00e7os americanos para levar ao conflito actual e a uma subsequente substitui\u00e7\u00e3o de Putin por um novo Yeltsin j\u00e1 s\u00e3o antigos e foram incrementados a partir de 2014 com o golpe de estado que organizaram na Ucr\u00e2nia. Esse autor diz muito mais num artigo recente (final de Junho) de que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel dar mais detalhes por agora, mas cuja tradu\u00e7\u00e3o para portugu\u00eas pode ser encontrado no <a href=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0\/#label\/Viagem+dos+Argonautas%2FGeopol%C3%ADtica\/FMfcgzGtwCwnTJdrsrfRBjLMWMbLJtTq\">LINK<\/a>:<\/p>\n\n\n\n<p>Outro texto ainda mais recente (Editorial de <em>Strategic Culture Foundation<\/em>) d\u00e1 aspectos interessantes complementares que podem ser consultados atrav\u00e9s do seguinte link:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-a-viagem-dos-argonautas wp-block-embed-a-viagem-dos-argonautas\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"qOPdUFDamE\"><a href=\"https:\/\/aviagemdosargonautas.net\/2023\/07\/15\/a-guerra-na-ucrania-a-cia-dirige-a-ucrania-e-deita-por-terra-a-fanfarronice-de-biden-sobre-a-ausencia-de-tropas-dos-eua-no-terreno-editorial-de-strategic-culture-foundation\/\">A Guerra na Ucr\u00e2nia &#8212; &#8220;A CIA dirige a Ucr\u00e2nia e deita por terra a fanfarronice de Biden sobre a aus\u00eancia de tropas dos EUA no terreno&#8221;. Editorial de Strategic Culture Foundation<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;A Guerra na Ucr\u00e2nia &#8212; &#8220;A CIA dirige a Ucr\u00e2nia e deita por terra a fanfarronice de Biden sobre a aus\u00eancia de tropas dos EUA no terreno&#8221;. 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