{"id":12144,"date":"2024-07-03T11:22:15","date_gmt":"2024-07-03T11:22:15","guid":{"rendered":"https:\/\/nsf.pt\/?p=12144"},"modified":"2024-07-03T11:50:55","modified_gmt":"2024-07-03T11:50:55","slug":"fausto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/2024\/07\/03\/fausto\/","title":{"rendered":"Fausto"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\"><strong>ARTES E CULTURA<\/strong><\/mark> | Fausto Bordalo Dias, palavras de despedida e reconhecimento<\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2024-07-03T11:22:15+00:00\">3 de Julho, 2024<\/time><\/div>\n\n\n<div style=\"height:32px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"635\" height=\"354\" data-id=\"12145\" src=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12145\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3.jpg 635w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3-300x167.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 635px) 100vw, 635px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>Foto \u00a9Jos\u00e9 de Nascimento<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Morreu o melhor de n\u00f3s <\/h2>\n\n\n\n<p>Fausto Bordalo Dias. Poeta. M\u00fasico. Inventor de est\u00e9ticas. Matou-o o sil\u00eancio das r\u00e1dios que n\u00e3o o passaram porque n\u00e3o era moderno, os pr\u00e9mios que n\u00e3o ganhou porque n\u00e3o era medi\u00e1tico, os festivais que n\u00e3o fez porque a sua m\u00fasica n\u00e3o era quadrada, a contabilidade dos poucos \u2018streamings\u2019 porque n\u00e3o escrevia a metro nem m\u00fasica \u00e9 c\u00e1lculo. Mataram-no os que nunca o viram ao vivo quando puderam, os que nunca o ouviram porque n\u00e3o quiseram, os que v\u00e3o jurar que sempre o amaram, os que lhe v\u00e3o fazer homenagens porque s\u00e3o urbanos e civilizados. N\u00e3o lhe matem mais a M\u00fasica por favor ! J\u00e1 chega de her\u00f3is mortos com as can\u00e7\u00f5es estragadas pela gan\u00e2ncia. Sou uma merda porque, tamb\u00e9m eu, colaborei para a constru\u00e7\u00e3o deste \u2018showbizz\u2019 falso de esgoto e brilhantes. Mas ouvi-o, ouvi-o de novo, decorei-o, chorei-o, cantei-o e beijei-lhe as m\u00e3os quando um dia o encontrei para lhe dizer tudo isto. Morreste-me, Fausto. Morreste a um pa\u00eds inteiro cego para a M\u00fasica e surdo para a Poesia. At\u00e9 sempre! E perdoa a nossa mis\u00e9ria.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">PEDRO ABRUNHOSA  &#8211; Cantautor nas Redes Sociais<\/mark><\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><code><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100044468348123&amp;__cft__[0]=AZWVEEZ4C6MNvd47ubZTPtiPsCEh8H8H1c2PrDe2R2lkoN5sIGWxhky96lybclk31iDdUt0rOfMSNDkBjfTlZhLuSh0PRYORMTfXef9smYIoaK0kAlMZq7coQY2YBBJoQm36HG8kaKjEr5v5nT5wn0lNrrhlpkFh4T_39zWQJEGglBjePzg3b3rmlq8RVjgZvmHwZ1MThSXeSgvcA9ZfCnOv&amp;__tn__=-]K-R\">Fausto Bordalo Dias<\/a> <\/code>| 1948 &#8211; 2024<\/h2>\n\n\n\n<p><code>A <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/associacaojoseafonso?__cft__[0]=AZWVEEZ4C6MNvd47ubZTPtiPsCEh8H8H1c2PrDe2R2lkoN5sIGWxhky96lybclk31iDdUt0rOfMSNDkBjfTlZhLuSh0PRYORMTfXef9smYIoaK0kAlMZq7coQY2YBBJoQm36HG8kaKjEr5v5nT5wn0lNrrhlpkFh4T_39zWQJEGglBjePzg3b3rmlq8RVjgZvmHwZ1MThSXeSgvcA9ZfCnOv&amp;__tn__=-]K-R\">Associa\u00e7\u00e3o Jos\u00e9 Afonso<\/a><\/code> manifesta o seu pesar pela morte do cantautor Fausto Bordalo Dias, um dos mais importantes expoentes do panorama musical portugu\u00eas de sempre.<\/p>\n\n\n\n<p>Fausto nasceu no meio do mar, num barco a caminho de Angola, em 26 de Novembro de 1948, e em Angola viveu at\u00e9 regressar a Portugal para estudar no ISCSPU, onde se licenciou.<\/p>\n\n\n\n<p>Nasceu num barco e \u00e0 ideia de barco regressa ao escrever essa obra magn\u00edfica \u201cPor este rio acima\u201d, em que <a><\/a>o barco vai de sa\u00edda, com grande agita\u00e7\u00e3o e alegria. Este disco guindou-o para uma carreira musical impar. Para al\u00e9m deste publicou v\u00e1rios discos, como, \u201cAtr\u00e1s dos tempos v\u00eam tempo\u201d, \u201cEm busca das montanhas azuis\u201d, \u201cPara al\u00e9m das cordilheiras\u201d, \u201cO despertar dos Alquimistas\u201d e outros. A Sua can\u00e7\u00e3o &#8220;Rosalinda&#8221;, marcou a sua posi\u00e7\u00e3o de defensor da natureza, fazendo valer pela m\u00fasica, oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 energia nuclear que se perspectivava para Ferrel.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, Fausto embarcou definitivamente na Barca de Caronte que o levou para sempre de n\u00f3s. Para sempre! Mas n\u00e3o levou a sua m\u00fasica que pela enorme qualidade permanecer\u00e1 na hist\u00f3ria e no imagin\u00e1rio musical portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>Participou, com Jos\u00e9 Afonso e outros, em m\u00faltiplas sess\u00f5es musicais em agremia\u00e7\u00f5es, associa\u00e7\u00f5es, colectividades, ao ar livre, em condi\u00e7\u00f5es indiz\u00edveis, levando as suas mensagens de luta e resist\u00eancia, atrav\u00e9s da m\u00fasica.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim vamos perdendo expoentes m\u00e1ximos da m\u00fasica portuguesa que assinalaram uma \u00e9poca de utopia e boa m\u00fasica em Portugal, como antes dele, Adriano Correia de Oliveira, Jos\u00e9 Afonso, Jos\u00e9 M\u00e1rio Branco. Agora Fausto.<\/p>\n\n\n\n<p>Participou num concerto memor\u00e1vel, no Campo Pequeno, com S\u00e9rgio Godinho e Jos\u00e9 M\u00e1rio Branco, denominado \u201cOs tr\u00eas cantos\u201d, em que tocaram as m\u00fasicas mais significativas de cada um, entrecruzando universos diferentes, num jogo de grande beleza e harmonia.<\/p>\n\n\n\n<p>Calou-se definitivamente um grande talento. \u00c9 uma enorme perda para cultura portuguesa.<\/p>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">AJA<\/mark> &#8211; <strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">A Associa\u00e7\u00e3o Jos\u00e9 Afonso endere\u00e7a \u00e0 fam\u00edlia e aos amigos a sua solidariedade e as maiores condol\u00eancias.<\/mark><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1 de Julho de 2024<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por este rio acima<\/h2>\n\n\n\n<p>O que h\u00e1 de t\u00e3o especial e \u00fanico no Fausto (\u201cnot\u00e1vel\u201d, como ele gostava de dizer), \u00e9 o facto de ele ter criado um estilo pessoal\u00edssimo, uma est\u00e9tica inspirada <a><\/a>na m\u00fasica de raiz portuguesa, nos ritmos e at\u00e9 instrumenta\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria, acrescentando a modernidade da sua forma de tocar a guitarra ac\u00fastica, tamb\u00e9m ela pessoal e quase intransmiss\u00edvel. Cimentou esta est\u00e9tica nessa obra-prima chamada \u201cPor este rio acima\u201d, que est\u00e1 e estar\u00e1 sempre em lugar de honra na hist\u00f3ria da m\u00fasica portuguesa. Qualquer m\u00fasica.<\/p>\n\n\n\n<p>De certo modo, ironicamente, o Fausto foi sempre seguindo (e perseguindo) a cartilha que ele pr\u00f3prio criou, com regras estritas e rigorosas, a que pouco fugia. Talvez a aventura dos \u201cTr\u00eas Cantos\u201d tenha sido um pouco a excep\u00e7\u00e3o, porque entrecruzou tr\u00eas universos, e porque teve a batuta do Z\u00e9 M\u00e1rio Branco a dar-lhe uma unidade comum e particular. Um momento \u00fanico para os tr\u00eas, de muito boa mem\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o falei aqui de \u201c\u2018O namoro\u201d, que lhe \u201croubei\u201d, e gravei antes dele pr\u00f3prio o fazer. E ponho de parte os sentimentos que me atravessam neste dia t\u00e3o triste. Sabia-o doente, mas \u00e9 sempre um choque quando a morte bate \u00e0 porta de um amigo, e nem pede para entrar. (foto de Reinaldo Rodrigues, 2009).<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">S\u00c9RGIO GODINHO  &#8211; Cantautor, nas Redes Sociais<\/mark><\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fausto<\/h2>\n\n\n\n<p>Mais um dos mais importantes cantautores portugueses partiu. Apesar de h\u00e1 uns anos a esta parte se intitular de Fausto Bordalo Dias, sempre o conheci e tratei por Fausto.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi o primeiro com quem trabalhei de perto em disco, \u201cPr\u00f3 que der e vier\u201d em 1974. Era f\u00e1cil\u2026. pass\u00e1ramos a adolesc\u00eancia a ouvir James Taylor, Paul Simon, Crosby Sills Nash &amp; Young, entre outros\u2026 e o Fausto era o cantautor que melhor dominava a viola. Foi divertido encontrar solu\u00e7\u00f5es de arranjo para duas violas. Trabalh\u00e1vamos na sua casa &#8211; m\u00fasica a m\u00fasica &#8211; o tempo que fosse necess\u00e1rio. Para al\u00e9m dos discos, toquei com ele nalguns concertos em Portugal e Espanha (muitos quil\u00f3metros na velha carrinha Citroen com o Alain Vachier).<\/p>\n\n\n\n<p>Afast\u00e1mo-nos quando comecei a trabalhar com Jos\u00e9 Afonso. Depois de ter gravado \u201cCavaquinho\u201d em 1981, o Fausto, no ano seguinte, e depois da liga\u00e7\u00e3o que tivemos ao grupo de teatro a Barraca, achava o cavaquinho essencial naquele que considero um disco emblem\u00e1tico na hist\u00f3ria da m\u00fasica portuguesa &#8211; \u201cPor este ria acima\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Bom contador de hist\u00f3rias para aqueles com quem privava. Para todos n\u00f3s ficam as hist\u00f3rias dentro das suas can\u00e7\u00f5es. \u201cAtr\u00e1s dos tempos v\u00eam tempo e outros tempos h\u00e3o-de vir\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\"><strong><em>J\u00daLIO PEREIRA  &#8211; M\u00fasico <\/em><\/strong> nas Redes Sociais<\/mark><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fausto e a sua guitarra<\/h2>\n\n\n\n<p>Talvez seja do avan\u00e7ar da idade&#8230;que faz de n\u00f3s mais piegas, mas acho que nunca, perante a morte de um grande artista, eu me comovi tanto como com a do Fausto. Sofri com a morte do Zeca, com a morte do Adriano, com a do Z\u00e9 M\u00e1rio , a do Pedro Barroso&#8230; e de outros. Mas o Fausto, talvez o \u00fanico com quem eu nunca tive a oportunidade de privar pessoalmente, era para mim algu\u00e9m que me tinha desde cedo despertado um grande fasc\u00ednio n\u00e3o s\u00f3 pela originalidade e riqueza da sua m\u00fasica mas tamb\u00e9m pela admira\u00e7\u00e3o que eu tinha pela maneira fant\u00e1stica, original e inimit\u00e1vel como Fausto dominava a sua guitarra , ou melhor, as suas guitarras desde a cl\u00e1ssica, como a electro-ac\u00fastica e a electrica. Ainda hoje, passados tantos anos s\u00e3o raros os int\u00e9rpretes de guitarra que conseguem tocar aqueles acordes com aquele som, o dedilhar, com aquela harmonia e aquele balan\u00e7o. Tentei algumas vezes mas desisti. Fausto tinha nas suas origens a guitarra dos ritmos angolanos e tamb\u00e9m a guitarra el\u00e9ctrica do rock dos anos 60. Toda essa mistura culminaram numa t\u00e9cnica inimit\u00e1vel. Talvez pela guitarra dele , por aqueles tons bizarros e aquele ritmo que eu gostaria de saber fazer&#8230;eu tenha ficado t\u00e3o pr\u00f3ximo e agora t\u00e3o sens\u00edvel \u00e0 sua morte.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">RUI MELO PATO &#8211; M\u00fasico, nas redes Sociais<\/mark><\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O Fausto partiu <\/h2>\n\n\n\n<p>Foi-se um dos maiores nomes da m\u00fasica portuguesa. Em Caldas da Rainha assinalamos duas actua\u00e7\u00f5es memor\u00e1veis: no C\u00e9u de Vidro, no fim de tarde da manifesta\u00e7\u00e3o em Ferrel &#8220;Pela Vida, Contra o Nuclear&#8221;, onde pela primeira vez foi interpretado o tema Rosalinda (&#8220;em Ferrel l\u00e1 p&#8217;ra Peniche v\u00e3o fazer uma central\/ que p&#8217;ra uns \u00e9 nuclear mas para muitos \u00e9 mortal&#8221;&#8230;), e nos 20 anos do 25 de Abril, no palco da S.I.R. Os Pimp\u00f5es, num concerto organizado pela Casa da Cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>O Fausto partiu, rio acima, mas continuar\u00e1 a lembrar-nos um sonho lindo&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">AJA &#8211; N\u00facleo das Caldas da Rainha<\/mark><\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ARTES E CULTURA | Fausto Bordalo Dias, palavras de despedida e reconhecimento Foto \u00a9Jos\u00e9 de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":12145,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":true,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[451,238],"tags":[565],"featured_image_urls":{"full":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3.jpg",635,354,false],"thumbnail":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3-300x167.jpg",300,167,true],"medium_large":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3.jpg",635,354,false],"large":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3.jpg",635,354,false],"1536x1536":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3.jpg",635,354,false],"2048x2048":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3.jpg",635,354,false],"covernews-slider-full":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3.jpg",635,354,false],"covernews-slider-center":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3.jpg",635,354,false],"covernews-featured":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3.jpg",635,354,false],"covernews-medium":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3-540x340.jpg",540,340,true],"covernews-medium-square":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FAUSTO3-400x250.jpg",400,250,true]},"author_info":{"info":["Carlos Ribeiro"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/category\/artes-e-cultura\/\" rel=\"category tag\">ARTES E CULTURA<\/a> <a href=\"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/category\/destaque\/\" rel=\"category tag\">DESTAQUE<\/a>","tag_info":"DESTAQUE","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12144"}],"collection":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12144"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12144\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12156,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12144\/revisions\/12156"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12145"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12144"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12144"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12144"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}