{"id":15858,"date":"2025-12-19T11:28:03","date_gmt":"2025-12-19T11:28:03","guid":{"rendered":"https:\/\/nsf.pt\/?p=15858"},"modified":"2025-12-19T20:04:29","modified_gmt":"2025-12-19T20:04:29","slug":"o-18-de-janeiro-de-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/2025\/12\/19\/o-18-de-janeiro-de-2026\/","title":{"rendered":"O 18 de janeiro de 2026"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">As presidenciais na data da Marinha Grande&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color\"><strong>DEBATE DAS PRESIDENCIAIS &#8211; O que est\u00e1 em causa e as consequ\u00eancias do ato eleitoral <\/strong>[1]<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:25px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"757\" height=\"534\" data-id=\"15859\" src=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/presidenciais.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-15859\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/presidenciais.jpg 757w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/presidenciais-300x212.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 757px) 100vw, 757px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"544\" height=\"540\" src=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/carlos-Ribeiro-colaboradores.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-14762\" style=\"aspect-ratio:1.0074074074074073;width:160px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/carlos-Ribeiro-colaboradores.jpg 544w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/carlos-Ribeiro-colaboradores-300x298.jpg 300w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/carlos-Ribeiro-colaboradores-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 544px) 100vw, 544px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">por Carlos Valentim Ribeiro<\/h3>\n\n\n\n<p>Teremos de admitir que o pr\u00f3ximo 18 de janeiro n\u00e3o ter\u00e1 por centro das aten\u00e7\u00f5es a revolta da Marinha Grande&nbsp;protagonizada,&nbsp;em 1934, pela&nbsp;popula\u00e7\u00e3o local que se mobilizou contra os sindicatos corporativos impostos aos trabalhadores&nbsp;de todo o pa\u00eds pelo regime salazarista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos ter outro 18 de janeiro, uma jornada&nbsp;de vota\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os portugueses&nbsp;no final da qual ser\u00e3o identificados os candidatos que ir\u00e3o disputar&nbsp;a segunda volta para a elei\u00e7\u00e3o do pr\u00f3ximo&nbsp;Presidente&nbsp;da Rep\u00fablica.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A um m\u00eas do ato eleitoral permanece uma situa\u00e7\u00e3o de grande indefini\u00e7\u00e3o sobre quem os&nbsp;eleitores&nbsp;ir\u00e3o escolher e para os setores de esquerda mant\u00e9m-se uma&nbsp;grande&nbsp;ambiguidade&nbsp;nas&nbsp;op\u00e7\u00f5es que se encontram em cima da mesa.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">As perguntas do momento<\/h2>\n\n\n\n<p>Esta situa\u00e7\u00e3o, para os eleitores de esquerda,&nbsp;pode ser explorada a partir de algumas perguntas essenciais tais como:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1\u00ba Como foi poss\u00edvel termos chegado a este ponto do&nbsp;processo&nbsp;eleitoral sem uma op\u00e7\u00e3o clara e&nbsp;sem existir uma perspetiva segura de uma eventual vit\u00f3ria&nbsp;\u00e0 esquerda?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>2\u00ba Afinal de contas&nbsp;o que \u00e9 que est\u00e1 em disputa, como quest\u00e3o central, nestas&nbsp;elei\u00e7\u00f5es presidenciais?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>3\u00ba Como podem ser avaliados&nbsp;os candidatos que se apresentam&nbsp;tendo em conta&nbsp;o&nbsp;que surge&nbsp;como&nbsp;fundamental nesta disputa eleitoral?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>4\u00ba Qual ser\u00e1 o cen\u00e1rio previs\u00edvel&nbsp;no dia 17 de janeiro de 2026?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Estas interroga\u00e7\u00f5es pedem respostas que sirvam para construir um posicionamento adequado nesta caminhada&nbsp;que ter\u00e1 o Natal, a Passagem de Ano e a festas dos Reis de permeio. Pensar de forma amadurecida&nbsp;neste per\u00edodo festivo vai tornar-se um exerc\u00edcio&nbsp;ao qual poucos se dedicar\u00e3o, mas vale a pena lan\u00e7ar algumas pistas&nbsp;especulativas e&nbsp;ainda&nbsp;sem grande consolida\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para responder \u00e0&nbsp;primeira pergunta [recordemos que estas mat\u00e9rias&nbsp;colocam-se&nbsp;no campo da esquerda] importa&nbsp;recordar que:&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>No PS foram decapitados pelo&nbsp;<em>lawfare&nbsp;<\/em>dois&nbsp;Secret\u00e1rios-Gerais&nbsp;[Ant\u00f3nio Costa e Pedro Nuno Santos]&nbsp;em pouco mais de&nbsp;um ano, o partido&nbsp;saiu&nbsp;fragilizado&nbsp;das elei\u00e7\u00f5es legislativas&nbsp;e com grandes&nbsp;limita\u00e7\u00f5es para&nbsp;uma escolha de candidato consensual e com o perfil necess\u00e1rio; Jos\u00e9 Lu\u00eds Carneiro&nbsp;derrotado de forma muito expressiva no processo eleitoral&nbsp;interno&nbsp;contra Pedro Nuno Santos que&nbsp;obteve&nbsp;62% dos 40.000 votos&nbsp;contra 36% do ex-autarca de Bai\u00e3o, decidiu, depois da rejei\u00e7\u00e3o a que foi sujeito&nbsp;no partido, aproveitar o vazio&nbsp;provocado pela demiss\u00e3o de PNS&nbsp;e acabou por&nbsp;assumir a&nbsp;fun\u00e7\u00e3o&nbsp;para a qual tinha sido&nbsp;derrotado,&nbsp;angariando&nbsp;16.342&nbsp;votos&nbsp;numa&nbsp;vota\u00e7\u00e3o&nbsp;pouco expressiva. O preenchimento do lugar naquelas circunst\u00e2ncias&nbsp;indicava que JLC seria um l\u00edder de transi\u00e7\u00e3o, sem condi\u00e7\u00f5es para unir o PS&nbsp;e arrastando o partido para uma&nbsp;deriva direitista e conciliadora com a governa\u00e7\u00e3o \u00e0 direita.&nbsp;Indicar um candidato que pudesse lutar pelo &#8220;candidato \u00fanico sa esquerda&#8221; nestas condi\u00e7\u00f5es seria uma utopia pura.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul>\n<li>Os partidos situados \u00e0 esquerda do PS,&nbsp;no sentido de&nbsp;estes&nbsp;assumirem principalmente uma postura de protesto permanente,&nbsp;depois dos desaires eleitorais [que o PS tamb\u00e9m teve]&nbsp;definiram estrat\u00e9gias de sobreviv\u00eancia e dificilmente optariam por uma converg\u00eancia&nbsp;em torno de uma candidata ou&nbsp;de um&nbsp;candidato a menos&nbsp;que fossem confrontados com uma candidatura&nbsp;inquestion\u00e1vel e consensual, independente de&nbsp;qualquer&nbsp;um dos partidos de esquerda;&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul>\n<li>O PS, na sua nova din\u00e2mica conciliadora,  recusou quaisquer apoios a Sampaio da N\u00f3voa que s\u00f3 avan\u00e7aria na condi\u00e7\u00e3o de contar com o apoio formal do Partido Socialista.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A segunda pergunta, sobre a quest\u00e3o central nesta disputa eleitoral, precisa de ter uma resposta clara:&nbsp;j\u00e1&nbsp;n\u00e3o se trata&nbsp;principalmente&nbsp;de uma confronta\u00e7\u00e3o entre esquerda e direita, essa mat\u00e9ria est\u00e1 arrumada h\u00e1 muito tempo. Trata-se de&nbsp;um combate entre democracia e autoritarismo, entre regime plural&nbsp;baseado no Estado de Direito&nbsp;e democracia musculada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Os candidatos e o voto<\/h2>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a avalia\u00e7\u00e3o dos candidatos face \u00e0 quest\u00e3o central mencionada&nbsp;suscita os&nbsp;seguintes apontamentos:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>O candidato da extrema-direita surge como um candidato a derrotar sem apelo nem agravo.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul>\n<li>O candidato apoiado pelo PSD, face \u00e0s inclina\u00e7\u00f5es parlamentares&nbsp;e de governa\u00e7\u00e3o que o partido laranja tem demonstrado&nbsp;nesta legislatura&nbsp;realizando&nbsp;alian\u00e7as com a extrema-direita,&nbsp;procurando consolidar uma&nbsp;linha de \u201cpoder institucional absoluto\u201d [parlamento, governo, autarquias&#8230;Presidente da Rep\u00fablica&#8230;],&nbsp;poder\u00e1 servir de instrumento para um endurecimento nas quest\u00f5es do funcionamento democr\u00e1tico&nbsp;e&nbsp;aprofundar a estrat\u00e9gia de \u201cfazer como a extrema-direita para que ela n\u00e3o ganhe&nbsp;mais terreno&nbsp;e reduza a direita tradicional a uma pequena franja&nbsp;pol\u00edtico-partid\u00e1ria\u201d.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul>\n<li>Gouveia e Melo surge com muitas fragilidades pol\u00edticas,&nbsp;o seu pensamento \u00e9 militar, mas n\u00e3o&nbsp;preconiza medidas e solu\u00e7\u00f5es radicais associadas \u00e0 ideia de p\u00f4r o pa\u00eds na ordem, voca\u00e7\u00e3o tradicional dos militares no poder.&nbsp;O&nbsp;seu alcance \u00e9 de outro tipo. Um perfil&nbsp;de pessoa s\u00e9ria, respeitador das regras de jogo e carregando um hist\u00f3rico de servi\u00e7o&nbsp;\u00e0 na\u00e7\u00e3o. N\u00e3o surge como amea\u00e7ador nas quest\u00f5es democr\u00e1ticas e de regime. Conquista a confian\u00e7a de quem procura um porto seguro.&nbsp;Em&nbsp;quest\u00f5es fundamentais&nbsp;como as da defesa e da guerra&nbsp;n\u00e3o clarificou ainda a sua vis\u00e3o dos conflitos internacionais. A&nbsp;sua liga\u00e7\u00e3o \u00e0 NATO e aos EUA&nbsp;de forma unilateral, sabendo-se que os EUA s\u00e3o agora mais um advers\u00e1rio da Europa do que um potencial aliado,&nbsp;pode suscitar algumas reservas&nbsp;[o que acontece ali\u00e1s com todos os outros candidatos].&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul>\n<li>Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Seguro surge como um candidato que se posiciona inquestionavelmente do lado da democracia e da Constitui\u00e7\u00e3o. O facto de ter avan\u00e7ado com a sua candidatura sem ter tentado qualquer compromisso com o&nbsp;pr\u00f3prio PS e com os restantes partidos da esquerda mais radical demonstra que a sua agenda&nbsp;consistiu antes mais impedir a candidatura de Ant\u00f3nio Vitorino que s\u00f3 avan\u00e7aria se fosse o candidato \u00fanico da esquerda democr\u00e1tica. Seguro&nbsp;avan\u00e7ou porque sabia que o PS, que o tinha rejeitado e marginalizado pelas suas convic\u00e7\u00f5es centro-direita, n\u00e3o o apoiaria.&nbsp;Optou por dividir o PS&nbsp;e&nbsp;avan\u00e7ou&nbsp;com&nbsp;o apoio daqueles que consideram que a geringon\u00e7a foi&nbsp;uma cat\u00e1strofe&nbsp;para os socialistas e que um PS \u00e0 esquerda n\u00e3o tem futuro porque o pa\u00eds virou&nbsp;\u00e0&nbsp;direita. A m\u00e9dio e longo prazo o papel de Seguro&nbsp;ser\u00e1 o de aprofundar a divis\u00e3o no PS&nbsp;e articular-se com a atual dire\u00e7\u00e3o&nbsp;carneirista&nbsp;para&nbsp;ocupar o espa\u00e7o social-democrata que o PSD est\u00e1 progressivamente a abandonar. A par desta forma de agir, contra qualquer candidatura de esquerda com a capacidade de derrotar candidatos da direita e da extrema-direita, no plano pessoal Seguro \u00e9 vingativo. Continuar\u00e1 a agir para ajustar contas com todos aqueles que deram apoio a Ant\u00f3nio Costa e&nbsp;o colocaram fora da lideran\u00e7a do PS.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul>\n<li>Uma nota sobre os restantes candidatos que se posicionam \u00e0 esquerda. Ant\u00f3nio Filipe recusou-se a defender a&nbsp;geringon\u00e7a face aos ataques que foram realizados nos debates&nbsp;e sendo assim&nbsp;nunca poderia ser um candidato a ser colocado na esfera do embate \u201cesquerda contra direita\u201d. &nbsp;S<em>oit&nbsp;disant,<\/em>&nbsp;o que ter\u00e1 existido de positivo naquele ciclo pol\u00edtico ter\u00e3o sido as propostas&nbsp;e as a\u00e7\u00f5es do PCP. Mis\u00e9ria de sectarismo e estrat\u00e9gia de sobreviv\u00eancia&nbsp;suicida.&nbsp;A tese da \u201ccoliga\u00e7\u00e3o neoliberal\u201d que incluiria para al\u00e9m&nbsp;do PS partidos como o Livre [tem dias &#8230;afirmou] transforma&nbsp;o que poderia ser uma candidatura de algu\u00e9m respeit\u00e1vel, \u00fatil no combate&nbsp;\u00e0&nbsp;extrema-direita,&nbsp;num&nbsp;Quixote irrelevante.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>Catarina Martins\u00a0navega na atual indefini\u00e7\u00e3o do Bloco de Esquerda e aparece no palco das elei\u00e7\u00f5es sem nada para dizer sobre as quest\u00f5es que se colocam para defender\u00a0o Estado Social,\u00a0combater as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, lutar contra a pobreza, promover o desenvolvimento sustent\u00e1vel\u00a0e\u00a0defender a democracia contra o avan\u00e7o da extrema-direita sem ser com o discurso do protesto. Nem sequer a sua condi\u00e7\u00e3o de \u00fanica mulher at\u00e9 agora candidata a colocou noutro registo positivo e combativo. Ter\u00e1 sido a \u00faltima oportunidade do Bloco se reerguer como partido criativo e irreverente, \u00fatil pela sua combatividade e s\u00edmbolo da n\u00e3o-resigna\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>J\u00e1 Jorge Pinto agravou claramente&nbsp;a imagem do Livre na cena pol\u00edtica ao confirmar o que Rui Tavares j\u00e1 tinha anunciado anteriormente, um alinhamento cego com as pol\u00edticas armamentistas e belicistas dos&nbsp;falc\u00f5es europeus ao admitir como solu\u00e7\u00e3o para as tens\u00f5es&nbsp;geopol\u00edticas&nbsp;atuais estrat\u00e9gias de defesa e rearmamento europeu, alinhando na escalada que os senhores da guerra&nbsp;andam a promover diariamente. A estrat\u00e9gia da esquerda \u00e9 a luta pela paz e n\u00e3o por uma Europa armada at\u00e9 aos dentes para combater inimigos&nbsp;que os falc\u00f5es da guerra andam&nbsp;a publicitar. A luta&nbsp;da esquerda europeia&nbsp;\u00e9 de defesa do Estado Social e&nbsp;de combate&nbsp;\u00e0&nbsp;direita&nbsp;e extrema-direita que governam a Uni\u00e3o Europeia h\u00e1 mais de 20 anos.&nbsp;&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>As elei\u00e7\u00f5es presidenciais de 18 de janeiro est\u00e3o envolvidas num manto de&nbsp;ambiguidades&nbsp;e at\u00e9 de armadilhas. Ainda faltam alguns dias para que algumas sombras possam&nbsp;desaparecer ou atenuarem a sua espessura. Vamos acompanhar e estar de olho vivo.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As presidenciais na data da Marinha Grande&nbsp; DEBATE DAS PRESIDENCIAIS &#8211; O que est\u00e1 em&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":15860,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":true,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[238,739],"tags":[740],"featured_image_urls":{"full":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais.jpg",1024,768,false],"thumbnail":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais-300x225.jpg",300,225,true],"medium_large":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais-768x576.jpg",640,480,true],"large":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais.jpg",640,480,false],"1536x1536":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais.jpg",1024,768,false],"2048x2048":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais.jpg",1024,768,false],"covernews-slider-full":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais-1024x715.jpg",1024,715,true],"covernews-slider-center":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais-800x500.jpg",800,500,true],"covernews-featured":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais.jpg",1024,768,false],"covernews-medium":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais-540x340.jpg",540,340,true],"covernews-medium-square":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/br_presidenciais-400x250.jpg",400,250,true]},"author_info":{"info":["Carlos Ribeiro"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/category\/destaque\/\" rel=\"category tag\">DESTAQUE<\/a> <a href=\"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/category\/presidenciais-2026\/\" rel=\"category tag\">Presidenciais 2026<\/a>","tag_info":"Presidenciais 2026","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15858"}],"collection":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15858"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15858\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15862,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15858\/revisions\/15862"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15860"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15858"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15858"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15858"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}