{"id":16366,"date":"2026-03-10T19:16:30","date_gmt":"2026-03-10T19:16:30","guid":{"rendered":"https:\/\/nsf.pt\/?p=16366"},"modified":"2026-03-10T19:16:31","modified_gmt":"2026-03-10T19:16:31","slug":"mulher-na-democracia-nao-e-biombo-de-sala","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/2026\/03\/10\/mulher-na-democracia-nao-e-biombo-de-sala\/","title":{"rendered":"Mulher na democracia n\u00e3o \u00e9 biombo de sala"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Dia Internacional das Mulheres na AJA Norte<\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Texto lido por Judite Babo, em representa\u00e7\u00e3o da AJA Norte, na sess\u00e3o de comemora\u00e7\u00e3o do Dia Internacional da Mulher, sess\u00e3o que decorreu na Associa\u00e7\u00e3o dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.<\/p>\n\n\n\n<p>A sess\u00e3o contou com a participa\u00e7\u00e3o <strong>Grupo AjaquemDiga (AJA Norte)<\/strong>, a <strong>Associa\u00e7\u00e3o Macar\u00e9u<\/strong>, o <strong>CACD Adriano Correia de Oliveira<\/strong> e <strong>Ana Ribeiro<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Falamos das mulheres num sentido universal e num sentido nosso.<\/h3>\n\n\n\n<p>Todos os dias, em qualquer canto do globo, h\u00e1 mulheres normais extraordin\u00e1rias, afirmando-se em pleno na sua identidade, na sua diversidade, na sua ousadia, na sua rebeldia, na sua liberdade!<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa afirma\u00e7\u00e3o de identidade e de procura de justi\u00e7a, h\u00e1 mulheres que, corajosamente, reclamam a Terra que as viu nascer e de a\u00ed permanecerem, que protegem, se for preciso com a vida, a vida dos seus filhos e filhas, que lutam todos os dias por sustento, por uma casa para viverem, pelo direito \u00e0 diferen\u00e7a, pelo direito a serem felizes. H\u00e1 mulheres ainda que dizem N\u00e3o por outras mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim como s\u00e3o muitas as mulheres que contrariaram, determinadas, desigualdades na profiss\u00e3o, na fam\u00edlia, no lazer, na amizade, no amor.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u00c9 dessa partilha e solidariedade que enfrentamos o futuro, olhos nos olhos!<\/h3>\n\n\n\n<p>Homenageamos, pois, todas as mulheres que no mundo se destacaram pela defesa intransigente da igualdade de direitos e as mulheres que em Portugal o fizeram corajosamente, nas mais diversas \u00e1reas.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, aplaudimos <strong>Kate Sheppard<\/strong>, neozelandesa, l\u00edder do movimento do final do s\u00e9culo XIX pelos direitos das mulheres, movimento que deu origem em 1893 \u00e0 nova lei eleitoral que reconheceu \u00e0s mulheres o direito de votarem nas elei\u00e7\u00f5es parlamentares.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, trazemos o rosto de <strong>Waris Dirie<\/strong>, natural da Som\u00e1lia, mutilada genitalmente aos 5 anos de idade e actualmente uma das representantes da ONU de den\u00fancia desse flagelo.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, relembramos <strong>Rosa Parks<\/strong>, nascida em Alabama, EUA. S\u00edmbolo do movimento dos direitos civis das pessoas de ra\u00e7a negra, tendo-se recusado em 1955 a ceder o seu lugar no autocarro a um branco.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, caminhamos com <strong>Ruba Odeh<\/strong>, representante do M\u00e9dio Oriente e Norte da \u00c1frica (MENA) no Comit\u00ea Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, e membro da Uni\u00e3o dos Comit\u00eas de Mulheres Palestinas (UPWC). Hoje, choramos com as <strong>mulheres cubanas<\/strong>, sobrevivendo numa guerra silenciosa e cobarde, e relembramos o papel da <strong>Federa\u00e7\u00e3o das Mulheres Cubanas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, enaltecemos o Movimento \u201c<strong>Mulher, Vida, Liberdade<\/strong>&#8220;, no Ir\u00e3o, encabe\u00e7ado por <strong>Narges Mohammadi<\/strong> Pr\u00e9mio Nobel da Paz, movimento que surgiu na sequ\u00eancia do assassinato de <strong>Mahsa (Jina) Amini<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, aplaudimos, a afeg\u00e3 <strong>Heela Najibullah<\/strong>, pela sua den\u00fancia e trabalho de investiga\u00e7\u00e3o e de interven\u00e7\u00e3o na dram\u00e1tica condi\u00e7\u00e3o de vida das mulheres no seu pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, damos conta do papel de resist\u00eancia de <strong>Rana Mohammed Osman<\/strong> e outras mulheres Sudanesas, que se alistaram no ex\u00e9rcito para melhor defesa e combate \u00e0s muitas viola\u00e7\u00f5es de que foram v\u00edtimas.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui, hoje, falamos de <strong>Mariam Abu Daqqa<\/strong>, fot\u00f3grafa palestina assassinada em agosto de 2025 durante o bombardeio israelita ao Hospital Nasser, e de <strong>Leila Shahid<\/strong>, falecida no passado m\u00eas de fevereiro, aos 76 anos, uma das principais vozes da diplomacia palestina na Europa.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, agradecemos a <strong>Cl\u00e1udia Sheinbaum<\/strong>, presidente do M\u00e9xico, pelo seu humanismo, pela sua solidariedade, pela sua coragem! Hoje, e para sempre, n\u00e3o esqueceremos A Voz de <strong>Hind Rajab<\/strong>, crian\u00e7a palestina, de 6 anos pedindo socorro, que n\u00e3o chegou!<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m nesta hora evocamos a mem\u00f3ria de algumas das mulheres portuguesas que ao longo da hist\u00f3ria e na atualidade deram o seu testemunho, a sua solidariedade, o seu empenho e coragem pela dignifica\u00e7\u00e3o da Mulher.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ana de Castro Os\u00f3rio<\/strong>, autora do primeiro manifesto feminista portugu\u00eas, publicado em 1905.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Carolina Beatriz \u00c2ngelo<\/strong>, primeira mulher no nosso Pa\u00eds que em 1911 exerceu o direito de voto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Adelaide Cabete<\/strong>, precursora do apoio \u00e0s mulheres gr\u00e1vidas e aos cuidados materno-infantis.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Maria Veleda<\/strong>, importante ativista feminista portuguesa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Maria Lamas<\/strong>, jornalista e ativista portuguesa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lurdes S\u00e1 Teixeira<\/strong>, a 1\u00aa mulher a pilotar um avi\u00e3o aos 21 anos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aur\u00e9lia de Sousa<\/strong>, falecida em 1922, pintora e fotografa, estudante na Academia de Belas Artes do Porto e na Academie Julian, em Paris, e que contribuiu para uma imagem inovadora da mulher, de emancipa\u00e7\u00e3o e de conquista.<\/p>\n\n\n\n<p>As 3 Marias, <strong>Maria Teresa Horta<\/strong>, <strong>Maria Velho da Costa<\/strong>, <strong>Isabel Barreno<\/strong>,<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sophia de Mello Breyner Andresen<\/strong>,<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nat\u00e1lia Correia<\/strong>,<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Maria de Lurdes Pintassilgo<\/strong>,<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lieve<\/strong>, como era conhecida, belga de ber\u00e7o, portuguesa de cora\u00e7\u00e3o, &#8220;moradora da Cova da Moura&#8221;, falecida h\u00e1 menos de um m\u00eas, colaboradora activa na Cooperativa Oper\u00e1ria do Servi\u00e7o Dom\u00e9stico e co-fundadora, em 1984, da Associa\u00e7\u00e3o Moinho da Juventude, e que dedicou a sua vida a combater as desigualdades sociais, o racismo e a viol\u00eancia, promovendo a educa\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de bibliotecas e o apoio constante a jovens e fam\u00edlias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>E muitas, muitas, outras mulheres!<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Para terminar, deixamos o testemunho de Jos\u00e9 Afonso, que na sua obra, destacou mulheres reais, e outras de cariz simb\u00f3lico, e dessa forma as imortalizou.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;<strong>A mulher da erva<\/strong>&#8220;<\/p>\n\n\n\n<p><em>H\u00e1 quem viva sem dar por nada<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>H\u00e1 quem morra sem tal saber<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Velha ardida velha queimada<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Vende a fruta se queres comer<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A mulher do povo, &#8220;<strong>Maria<\/strong>&#8220;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Maria, nascida no monte<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00c0 beira da estrada<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Maria, bebida na fonte<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Nas ervas criada<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>As 7 mulheres do Minho, e a luta intemporal de <strong>Maria da Fonte<\/strong>!<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201carmadas de fuso e roca, correram com o regedor\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Teresa Torga<\/strong>, seu nome art\u00edstico, actriz e cantora, que em 1975, no cruzamento da Av. Miguel Bombarda com a Av. 5 de Outubro, em Lisboa, se despiu, ficando nua, sozinha, v\u00edtima de depress\u00e3o, e Ant\u00f3nio Capela a tentar fotograf\u00e1-la:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cmulher na democracia n\u00e3o \u00e9 biombo de sala\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Catarina Efig\u00e9nia Sabino Euf\u00e9mia<\/strong>, nascida em 13 de Fevereiro de 1928, em Baleiz\u00e3o, Beja, trabalhadora agr\u00edcola, assassinada a 19 de Maio de 1954, no Monte do Olival, pelo Tenente da GNR Jo\u00e3o Tomaz Carrajola, durante uma greve de assalariadas rurais.<\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Quem viu morrer Catarina<\/em> <em>N\u00e3o perdoa a quem ma<\/em>tou&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>6 de Mar\u00e7o de 2026<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>GALERIA &#8211; FOTOS \u00a9 Aja Norte<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img 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