{"id":2534,"date":"2020-12-20T11:39:12","date_gmt":"2020-12-20T11:39:12","guid":{"rendered":"http:\/\/aep61-74.org\/?p=2534"},"modified":"2021-02-25T19:48:24","modified_gmt":"2021-02-25T19:48:24","slug":"livros-2020-a-imprensa-clandestina-e-do-exilio-no-periodo-1926-1974","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/2020\/12\/20\/livros-2020-a-imprensa-clandestina-e-do-exilio-no-periodo-1926-1974\/","title":{"rendered":"LIVROS 2020 |A imprensa clandestina e do ex\u00edlio no per\u00edodo 1926-1974"},"content":{"rendered":"\n<p><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\"><strong>SEM FRONTEIRAS<\/strong><\/span><strong>&nbsp;<\/strong>| 20 de dezembro 2020 | Livros de dezembro 2020<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo:<strong><em> A imprensa clandestina e do ex\u00edlio no per\u00edodo 1926-1974<\/em><\/strong>. Edi\u00e7\u00e3o da Universidade do Minho \u2013 Conselho Cultural, 2014, 124 p\u00e1gs., ISBN 978-972-97948-5-8.<\/p>\n\n\n\n<p>Autor:&nbsp;<strong>Jos\u00e9 Manuel Lopes Cordeiro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cover alignwide has-background-dim-20 has-background-dim has-custom-content-position is-position-top-center is-position-center-center\" style=\"background-image:url(http:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/jlcordeiro-3.png);min-height:477px;background-position:27% 51%\"><div class=\"wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-text-align-center has-text-color\" style=\"color:#fffffa;font-size:74px;line-height:1.1\"><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-large-font-size\"><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">Resumo<\/span><\/h3>\n\n\n\n<p><em>A imprensa clandestina e do ex\u00edlio no per\u00edodo 1926-1974 <\/em>constituiu o Cat\u00e1logo de uma Exposi\u00e7\u00e3o organizada pelo Conselho Cultural da Universidade do Minho, no \u00e2mbito das comemora\u00e7\u00f5es da dupla efem\u00e9ride do 40.\u00ba anivers\u00e1rio do 25 de Abril e dos 40 anos da Universidade do Minho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-large-font-size\"><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">Palavras-chave<\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>Hist\u00f3ria de Portugal, Estado Novo, Ex\u00edlio, Resist\u00eancia Antifascista, Imprensa Clandestina.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-large-font-size\"><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">S\u00edntese do livro<\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>O estabelecimento do regime de censura pr\u00e9via \u00e0 imprensa logo ap\u00f3s o golpe militar que derrubou a I Rep\u00fablica em 28 de Maio de 1926 colocou um intranspon\u00edvel obst\u00e1culo \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o das posi\u00e7\u00f5es de todos os sectores pol\u00edticos e partid\u00e1rios que n\u00e3o comungassem da orienta\u00e7\u00e3o que a partir de ent\u00e3o foi imposta ao Pa\u00eds. A \u00fanica alternativa para ultrapassar esse bloqueio, ainda que exercida em condi\u00e7\u00f5es extremamente dif\u00edceis, consistia na edi\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00f5es clandestinas, que expressassem os pontos de vista que ent\u00e3o se procuravam silenciar, solu\u00e7\u00e3o a que, com maior ou menor efic\u00e1cia, recorreram todos os sectores da Oposi\u00e7\u00e3o durante os 48 anos do regime fascista.<\/p>\n\n\n\n<p>As dificuldades para a publica\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o desta imprensa eram enormes, n\u00e3o s\u00f3 devido aos requisitos t\u00e9cnicos que a mesma exigia para ser editada mas tamb\u00e9m porque as tipografias onde era impressa, algumas delas t\u00e3o improvisadas e artesanais que dificilmente poderiam ser classificadas como tal, constitu\u00edam um dos alvos preferidos da repress\u00e3o. Por essas raz\u00f5es, muitas das publica\u00e7\u00f5es editadas no interior do Pa\u00eds apresentavam uma deficiente qualidade gr\u00e1fica e uma exist\u00eancia ef\u00e9mera, n\u00e3o raras vezes reduzida a um ou dois n\u00fameros.<\/p>\n\n\n\n<p>Apresentada numa perspectiva cronol\u00f3gica, o livro-cat\u00e1logo aborda cinco per\u00edodos distintos, cada um enquadrado por um pequeno texto inicial que procura sintetizar as suas principais caracter\u00edsticas no que respeita \u00e0 publica\u00e7\u00e3o de imprensa clandestina. Em cada um dos per\u00edodos \u00e9 apresentada uma selec\u00e7\u00e3o das primeiras p\u00e1ginas dos jornais mais relevantes, reproduzidas em <em>fac-simile<\/em>. Os per\u00edodos abordados neste livro-cat\u00e1logo contemplam a \u201ccontesta\u00e7\u00e3o \u00e0 ditadura, 1926-1933\u201d, \u201crepress\u00e3o e resist\u00eancia, 1933-1941\u201d, \u201ca crise da guerra e o fim das ilus\u00f5es, 1941-1958\u201d, \u201co \u2018terramoto Delgado\u2019 e a contesta\u00e7\u00e3o da guerra colonial, 1958-1968\u201d, e \u201co marcelismo e a deteriora\u00e7\u00e3o do regime, 1968-1974\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Deste modo, apresentam-se as principais caracter\u00edsticas de cada um dos cinco per\u00edodos seleccionados. No entanto, n\u00e3o foi ainda poss\u00edvel neste livro apresentar um repert\u00f3rio completo da imprensa clandestina e do ex\u00edlio publicada durante o per\u00edodo da Ditadura, Militar e Nacional, e do Estado Novo. Tal objectivo, que \u00e9 cada vez mais urgente satisfazer, requer outras condi\u00e7\u00f5es para poder ser concretizado com \u00eaxito \u2013 recursos humanos, meios materiais e, principalmente, tempo dispon\u00edvel \u2013 que n\u00e3o estiveram presentes no trabalho que foi realizado para a organiza\u00e7\u00e3o da Exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 qual este livro constitui o respectivo cat\u00e1logo. Constitui, no entanto, um primeiro passo para a realiza\u00e7\u00e3o daquele objectivo, apresentando cerca de 600 publica\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas editadas no per\u00edodo em an\u00e1lise, agrupadas em dezoito quadros tem\u00e1ticos, entre os quais: \u201cimprensa reviralhista\u201d, \u201cimprensa libert\u00e1ria\u201d, \u201cimprensa comunista\u201d, \u201cimprensa de unidade anti-fascista\u201d, \u201cimprensa socialista\u201d, \u201cimprensa marxista-leninista\u201d, \u201cimprensa anti-colonial e anti-imperialista\u201d ou \u201cimprensa dos comit\u00e9s de desertores\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Deste modo, tanto a Exposi\u00e7\u00e3o como respectivo livro-cat\u00e1logo, para al\u00e9m de procurarem assinalar condignamente as duas efem\u00e9rides referidas, serviram para chamar a aten\u00e7\u00e3o para essa dimens\u00e3o n\u00e3o muito conhecida e insuficientemente divulgada da actividade das Oposi\u00e7\u00f5es, que constituiu a edi\u00e7\u00e3o de jornais clandestinos durante o regime deposto no 25 de Abril e, simultaneamente, destacar a import\u00e2ncia e a necessidade de se elaborar um repert\u00f3rio da imprensa clandestina publicada durante o quase meio s\u00e9culo em que a sociedade portuguesa se viu privada das liberdades fundamentais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">Onde adquirir<\/span><\/h3>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Infelizmente, o livro n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de encontrar pois n\u00e3o tem distribui\u00e7\u00e3o comercial. No entanto pode ser encomendado \u00e0 Loja UMinho, Largo do Pa\u00e7o, 4704-553 Braga, Telefone: 253 604 982. E-mail: lojadopaco@reitoria.uminho.pt.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Lisboa pode encontrar-se na Livraria Letra Livre, Cal\u00e7ada do Combro, 139, Telefone: 21 346 10 75. E-mail: letralivre@sapo.pt.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-large-font-size\"><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"587\" height=\"838\" src=\"http:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Capa_JMR.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2535\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Capa_JMR.png 587w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Capa_JMR-210x300.png 210w\" sizes=\"(max-width: 587px) 100vw, 587px\" \/><figcaption>Capa | A imprensa clandestina e do ex\u00edlio no per\u00edodo 1926-1974<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SEM FRONTEIRAS&nbsp;| 20 de dezembro 2020 | Livros de dezembro 2020 T\u00edtulo: A imprensa clandestina&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2546,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[134],"featured_image_urls":{"full":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner.png",1064,529,false],"thumbnail":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner-150x150.png",150,150,true],"medium":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner-300x149.png",300,149,true],"medium_large":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner-768x382.png",640,318,true],"large":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner-1024x509.png",640,318,true],"1536x1536":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner.png",1064,529,false],"2048x2048":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner.png",1064,529,false],"covernews-slider-full":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner.png",1064,529,false],"covernews-slider-center":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner.png",800,398,false],"covernews-featured":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner.png",1024,509,false],"covernews-medium":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner.png",540,268,false],"covernews-medium-square":["https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/impresanbanner.png",400,199,false]},"author_info":{"info":["Carlos Ribeiro"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/category\/memorias-vivas\/centro-documentacao\/\" rel=\"category tag\">CENTRO DOCUMENTA\u00c7\u00c3O<\/a>","tag_info":"CENTRO DOCUMENTA\u00c7\u00c3O","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2534"}],"collection":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2534"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2534\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2547,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2534\/revisions\/2547"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2546"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2534"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2534"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2534"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}