{"id":3182,"date":"2021-03-08T12:19:09","date_gmt":"2021-03-08T12:19:09","guid":{"rendered":"http:\/\/aep61-74.org\/?p=3182"},"modified":"2021-10-05T13:07:04","modified_gmt":"2021-10-05T13:07:04","slug":"a-odisseia-de-ser-mulher","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/2021\/03\/08\/a-odisseia-de-ser-mulher\/","title":{"rendered":"A odisseia de ser mulher"},"content":{"rendered":"\n<p>SEM FRONTEIRAS | Dia Internacional da Mulher 2021<\/p>\n\n\n\n<p>Uma coliga\u00e7\u00e3o tem mais for\u00e7a. Mas n\u00e3o serve qualquer uma. Para puxar pela igualdade das mulheres na sociedade,  da plena e efetiva, \u00e9 preciso que outras L\u00edvias, Louises, In\u00eases, S\u00f3nias se juntem a outros Mateus e Wylliams e divulguem ou escrevam poemas, que nos perturbem com o controlo machista, que nos confrontem com o medo, que nos provoquem com a liberdade, que nos esmaguem com o feminic\u00eddio, que nos revelem as casas-pris\u00e3o, que nos apelem \u00e0 consci\u00eancia, que nos revalorizem a diferen\u00e7a, que nos gritem contra o sil\u00eancio e que nos recordem que afinal a luta \u00e9 di\u00e1ria e n\u00e3o s\u00f3 de um dia. Editado CR | Sem Fronteiras<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mulheres que somos&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>por In\u00eas Costa, L\u00edvia Gl\u00f3ria, Louise Souza, Mateus Fonseca, George Wylliam e S\u00f3nia de S\u00e1.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>Mulheres&nbsp;<\/p><p>Ai como eu gosto de mulheres&nbsp;<\/p><p>Determinadas, corajosas donas dos seus pr\u00f3prios saberes&nbsp;<\/p><p>Mulheres&nbsp;<\/p><p>Ai como eu admiro mulheres&nbsp;<\/p><p>Lutadoras, resistentes, sobreviventes&#8230;<\/p><p>Mulheres<\/p><p>Ai como sofremos por sermos mulheres&nbsp;<\/p><p>Desde do medo de andar, ao medo de vestir&nbsp;<\/p><p>Desde o n\u00e3o poder falar, ao n\u00e3o poder rir&nbsp;<\/p><p>Mulheres&nbsp;<\/p><p>Ai como \u00e9 dif\u00edcil sermos mulheres&nbsp;<\/p><p>Numa luta constante por direitos, igualdade.<\/p><p>Num mundo onde os homens n\u00e3o gostam de ouvir as verdades&#8230;.&nbsp;<\/p><p>N\u00e3o, n\u00f3s n\u00e3o falamos demais e n\u00e3o, n\u00f3s n\u00e3o queremos demais&#8230;. queremos o que \u00e9 nosso por direito, aquilo que voc\u00eas recebem no vosso leito.<\/p><p>Aquilo que queremos \u00e9 igualdade e respeito&nbsp;<\/p><p>Mulheres<\/p><p>Ai como \u00e9 bom sermos mulheres<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>E poder dizer que o que alcan\u00e7amos hoje n\u00e3o nos foi dado, mas sim a luta de muitas irm\u00e3s que deram a sua vida por este nosso fado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Controlo machista<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 a partir do poema de In\u00eas Costa que, em conjunto, mulheres e homens, refletimos o papel da mulher na sociedade, a odisseia que \u00e9 ser mulher num mundo dominado pelas leis patriarcais. Ser mulher \u00e9 ser, em diversas circunst\u00e2ncias, discriminada; ser mulher \u00e9 conviver sob controlo machista, mais ou menos expl\u00edcito: \u201cManda mensagem quando chegares a casa\u201d, \u201cN\u00e3o v\u00e1s sozinha embora\u201d, \u201cDorme aqui que j\u00e1 est\u00e1 muito tarde para andares na rua\u201d, \u201cTem cuidado\u201d, \u201cJ\u00e1 chegaste a casa?\u201d.&nbsp;O que, \u00e0 partida, parecem mensagens inofensivas, s\u00e3o ind\u00edcios de controlo associado \u00e0 pretensa obriga\u00e7\u00e3o do homem \u2018proteger\u2019 a sua \u2018fr\u00e1gil\u2019 mulher, que mais n\u00e3o \u00e9 do que desigualdade de g\u00e9nero.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Crescer no medo<\/h2>\n\n\n\n<p>Ora, falamos de desigualdade de g\u00e9nero e de tudo o que lhe est\u00e1 subjacente: do ass\u00e9dio, \u00e0 viol\u00eancia, ao sexismo. Crescemos a aprender a viver nesta triste realidade, crescemos no medo. Temos medo de que um dia algo possa acontecer, ou \u00e0s nossas m\u00e3es, \u00e0s nossas irm\u00e3s ou \u00e0s nossas amigas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Liberdade<\/h2>\n\n\n\n<p>A luta pela igualdade come\u00e7a, antes de mais, na liberdade. Na liberdade de podermos agir com independ\u00eancia, sem paralisia pelo medo, com for\u00e7a para lutar pelos direitos b\u00e1sicos e com coragem para educar as meninas, as raparigas e tantas outras pessoas que, de uma forma ou de outra, se sentem mulheres, a usar essa liberdade para alcan\u00e7ar novos lugares de fala, novos espa\u00e7os na esfera p\u00fablica sem necessitar de esperar uma certa bonomia do resto da sociedade. Temos, sim, de parar de educar as nossas filhas a viverem no medo, e, sim, ensinar os nossos filhos a respeitar o lugar da mulher, que \u00e9 onde ela quiser.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Feminic\u00eddio<\/h2>\n\n\n\n<p>Muito tem se falado sobre o feminismo de uns anos para c\u00e1. As conversas surgem aos poucos dentro de casa, v\u00e3o para as escolas e universidades e s\u00e3o fomentadas nas redes sociais, al\u00e9m de comporem diversas situa\u00e7\u00f5es a que estamos sujeitos(as) no dia a dia. Mas, mesmo com tanta informa\u00e7\u00e3o diante de nossos olhos, ilustradas pelas tantas not\u00edcias sobre feminic\u00eddio e o qu\u00e3o grave esta realidade revela ser, algumas&nbsp;\u2014&nbsp;na verdade, muitas&nbsp;\u2014&nbsp;pessoas ainda n\u00e3o entendem a relev\u00e2ncia e seriedade do assunto.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Casa-pris\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A desigualdade de g\u00e9nero n\u00e3o est\u00e1 apenas no mercado de trabalho ou na pol\u00edtica e nos sistemas de ensino, est\u00e1 tamb\u00e9m dentro de casa. Quantas mulheres s\u00e3o for\u00e7adas a abdicar de seus sonhos e vontades para terem de cuidar da casa? Quantas meninas foram for\u00e7adas a casar-se antes dos 15\/16 anos? Os n\u00fameros n\u00e3o s\u00e3o promissores, bem vemos. Pelo simples fato de serem mulheres, as suas vidas ser\u00e3o marcadas por dificuldades e terrores que somente elas ser\u00e3o capazes de entender, mas isso n\u00e3o significa que devemos parar por aqui, significa que precisamos mudar atitudes e perceber o real significado do termo para que seja restabelecido nas ra\u00edzes sociais, acompanhando a mudan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A m\u00e3o na consci\u00eancia<\/h2>\n\n\n\n<p>Portanto, quando formos \u201ccelebrar\u201d o Dia Internacional da Mulher, que n\u00e3o seja com presentes, flores ou um simples \u201ctext\u00e3o\u201d de agradecimento. \u00c9 necess\u00e1rio pensar criticamente, colocando a m\u00e3o na consci\u00eancia para refletir sobre nossos atos e suas consequ\u00eancias para as mulheres e, obviamente, colocar tais comportamentos que promovem a equidade em pr\u00e1tica. Porque o respeito, o reconhecimento, a valoriza\u00e7\u00e3o e a igualdade devem tornar-se imperativos na vida de todos e todas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Respeitar as diferen\u00e7as<\/h2>\n\n\n\n<p>Algo que era muito recorrente a tr\u00eas anos atr\u00e1s e est\u00e1 cada vez mais diminuto e idealizado \u00e9 a ideia de sororidade, que se popularizou de uma forma que nos aprisiona a antigos h\u00e1bitos. A igualdade de g\u00e9nero n\u00e3o \u00e9 apenas para n\u00f3s mulheres termos os mesmos direitos que os homens, \u00e9 tamb\u00e9m para aceitar que somos humanas, que podemos n\u00e3o amar, nem gostar de algo, podemos falar n\u00e3o. Por isso convidamos a repensar a sororidade com um olhar cr\u00edtico de entender que somos mulheres de muitas hist\u00f3rias, que somos muito diferentes, somos seres humanos com diferen\u00e7as de tratamento. A ideia n\u00e3o \u00e9 aceitar todas,&nbsp;mas sim&nbsp;respeitar as diferen\u00e7as.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A voz do sil\u00eancio<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando falamos sobre igualdade, n\u00e3o estamos almejando sermos mais ou melhores que homens. Tamb\u00e9m n\u00e3o possu\u00edmos um dia internacional s\u00f3 nosso \u00e0 toa. O assunto vai muito al\u00e9m de homenagear mulheres que conhecemos, mas sim dar voz \u00e0quelas que n\u00e3o conseguem falar ou que foram ofuscadas, silenciadas e descredibilizadas durante a hist\u00f3ria. As mulheres t\u00eam um dia especial n\u00e3o porque queremos que nos vejam como especiais, guerreiras ou super-hero\u00ednas. Temos um dia especial por conta de uma luta que enfrentamos diariamente pelo simples fato de sermos mulheres e estarmos inseridas em uma sociedade desigual que, muitas vezes, n\u00e3o reconhece lugares de privil\u00e9gio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Luta di\u00e1ria<\/h2>\n\n\n\n<p>Desde muito novas aprendemos regras que apenas s\u00e3o v\u00e1lidas para n\u00f3s: N\u00e3o usar determinada roupa para n\u00e3o causar certo desconforto em homens e obrig\u00e1-los a tomarem atitudes que possam nos prejudicar. N\u00e3o falar alto, pois n\u00e3o podemos chamar muita aten\u00e7\u00e3o. No trabalho aprendemos que&nbsp;<em>tudo bem<\/em>&nbsp;receber um sal\u00e1rio inferior. Em casa precisamos estar sempre atentas a cada detalhe. Aprendemos a ouvir, n\u00e3o responder, s\u00f3 sorrir. Aprendemos que as mesmas falas e atitudes vindas de homens e mulheres possuem interpreta\u00e7\u00f5es e pesos diferentes. Aprendemos a n\u00e3o incomodar, a pedir desculpas, a assumir responsabilidades que poderiam ser compartilhadas. A desigualdade n\u00e3o s\u00f3 incomoda, mas tamb\u00e9m maltrata e mata milhares de mulheres diariamente pelos motivos mais banais. O dia das mulheres \u00e9 um lembrete de que vivemos em uma realidade distorcida, que nossos direitos n\u00e3o s\u00e3o iguais e a luta \u00e9 di\u00e1ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery alignwide columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"640\" height=\"640\" src=\"http:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/158109056_1344954852539804_510334109440112141_n.jpg\" alt=\"\" data-id=\"3183\" data-full-url=\"http:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/158109056_1344954852539804_510334109440112141_n.jpg\" data-link=\"http:\/\/aep61-74.org\/?attachment_id=3183\" class=\"wp-image-3183\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/158109056_1344954852539804_510334109440112141_n.jpg 640w, 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class=\"blocks-gallery-item__caption\">George Whylliam<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"960\" height=\"960\" src=\"http:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/158128717_210780727453397_1306119570227736860_n.jpg\" alt=\"\" data-id=\"3188\" data-full-url=\"http:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/158128717_210780727453397_1306119570227736860_n.jpg\" data-link=\"http:\/\/aep61-74.org\/?attachment_id=3188\" class=\"wp-image-3188\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/158128717_210780727453397_1306119570227736860_n.jpg 960w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/158128717_210780727453397_1306119570227736860_n-300x300.jpg 300w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/158128717_210780727453397_1306119570227736860_n-150x150.jpg 150w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/158128717_210780727453397_1306119570227736860_n-768x768.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\">S\u00f3nia de S\u00e1<\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<p>por In\u00eas Costa, L\u00edvia Gl\u00f3ria, Louise Souza, Mateus Fonseca, George Wylliam alunas e alunos do Mestrado de Comunica\u00e7\u00e3o Estrat\u00e9gica, Publicidade e Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas da UBI &#8211; Universidade da Beira Interior e S\u00f3nia de S\u00e1, professora do curso e do Mestrado.<\/p>\n\n\n\n<p>Foto de destaque fonte @ El pa\u00eds<\/p>\n\n\n\n<p>Rosalind Franklin: a cientista que teve suas descobertas e o Nobel roubados por dois homens<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SEM FRONTEIRAS | Dia Internacional da Mulher 2021 Uma coliga\u00e7\u00e3o tem mais for\u00e7a. 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