{"id":3228,"date":"2021-03-14T15:27:10","date_gmt":"2021-03-14T15:27:10","guid":{"rendered":"http:\/\/aep61-74.org\/?p=3228"},"modified":"2021-03-14T15:47:20","modified_gmt":"2021-03-14T15:47:20","slug":"publicacoes-os-portugueses-e-a-guerra-de-espanha-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/2021\/03\/14\/publicacoes-os-portugueses-e-a-guerra-de-espanha-i\/","title":{"rendered":"PUBLICA\u00c7\u00d5ES |  Os portugueses e a guerra de Espanha (I)"},"content":{"rendered":"\n<p>SEM FRONTEIRAS | 13 de mar\u00e7o de 2021 | Revista <strong>Exils et migrations ib\u00e9riques aux XXe et XXIe si\u00e9cles<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o quinze artigos que a Revista (t\u00edtulo em portugu\u00eas) &#8220;Ex\u00edlios e Migra\u00e7\u00f5es Ib\u00e9ricas nos s\u00e9culos XX e XXI&#8221;  divulga numa edi\u00e7\u00e3o da Riveneuve com coordena\u00e7\u00e3o de Marie-Christine Volovitch-Tavares e Cristina Cl\u00edmaco, com reflex\u00f5es e narrativas que estabelecem um mosaico de abordagens ao tema central: <strong>os portugueses e a guerra civil de Espanha.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os olhares dos quinze autores encontram-se projetados de forma resumida no final da publica\u00e7\u00e3o e n\u00f3s, Sem Fronteiras,  iremos dar nota dessas  s\u00ednteses em pr\u00f3ximos artigos, aceitando o convite de percorrer teses, investiga\u00e7\u00f5es, mem\u00f3rias que nos interpelam no nosso hipot\u00e9tico patriotismo, iberismo ou internacionalismo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Passado e presente<\/h2>\n\n\n\n<p>De permeio certamente que poderemos divagar por refer\u00eancias de um passado recente que facilmente associamos a acontecimentos atuais que nos recordam que h\u00e1 mat\u00e9ria estrutural nos comportamentos humanos.  que acabam por vir ao de cima como que a confirmar o teorema de Arquimedes da hidrost\u00e1tica, aqui aplicado aos beligerantes em conflitos armados.<\/p>\n\n\n\n<p>Seria o caso dos <em><strong>viriatos<\/strong><\/em>, mencionados como tropas que o regime de Salazar colocou \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos golpistas da Falange para combater os republicanos, que encontram nos <em><strong>flechas<\/strong><\/em> da guerra colonial os seus pares hist\u00f3ricos. Estes \u00faltimos recentemente recordados no plano medi\u00e1tico pelo escandaloso tratamento dado a Marcelino da Mata, depois da sua morte, por figuras p\u00fablicas e do Estado, com os <em>viriatos <\/em>proporcionam uma leitura convergente sobre os <em>modus operandi<\/em>, apesar dos contextos hist\u00f3ricos serem muito diferenciados.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma o tema dos refugiados ou exilados que se organizam em pa\u00edses de acolhimento para intervir ou at\u00e9 &#8220;conspirar&#8221; contra os regimes dos seus pa\u00edses de origem tem uma clara rela\u00e7\u00e3o com as experi\u00eancias dos desertores e exilados pol\u00edticos durante a guerra colonial que beneficiaram, apesar da a\u00e7\u00e3o da PIDE, de um forte esp\u00edrito de toler\u00e2ncia e agiram com abertura e efic\u00e1cia nos seus prop\u00f3sitos oposicionistas. O paralelismo dos refugiados  &#8220;do Estoril&#8221; ou da &#8220;Linha de Cascais&#8221; que na publica\u00e7\u00e3o nos s\u00e3o destacados por Cristina Cl\u00edmaco  de forma esclarecedora visa apenas refor\u00e7ar a import\u00e2ncia dos contextos externos para o sucesso de a\u00e7\u00f5es de oposi\u00e7\u00e3o no exterior. Para al\u00e9m do mais esta toler\u00e2ncia e apoio do regime de Salazar aos refugiados espanh\u00f3is do Estoril surge aqui como mais um crime contra a liberdade e contra as op\u00e7\u00f5es do povo espanhol que aderiu maioritariamente \u00e0 Rep\u00fablica e \u00e0 Frente Popular. <strong>&#8220;A consequ\u00eancia imediata da vit\u00f3ria eleitoral da Frente Popular foi a chegada a Portugal de uma onda de refugiados da direita conservadora espanhola. Assim, Estoril, uma cidade perto de Lisboa onde o General Sanjurjo se instalou em 1934, torna-se um centro din\u00e2mico de conspira\u00e7\u00e3o. O governo portugu\u00eas e a pol\u00edcia pol\u00edtica n\u00e3o procuram impedir a actividade no seu territ\u00f3rio dos exilados espanh\u00f3is, que conspiram como entendem contra a Segunda Rep\u00fablica&#8221;<\/strong> escreveu a autora do enquadramento tem\u00e1tico da Revista na sua nota de abertura &#8220;Portugal e a Guerra de Espanha: contextualiza\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery alignwide columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"http:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134852-2-768x1024.jpg\" alt=\"\" data-id=\"3233\" data-full-url=\"http:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134852-2-scaled.jpg\" data-link=\"http:\/\/aep61-74.org\/?attachment_id=3233\" class=\"wp-image-3233\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134852-2-768x1024.jpg 768w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134852-2-225x300.jpg 225w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134852-2-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134852-2-1536x2048.jpg 1536w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134852-2-scaled.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"703\" height=\"1024\" src=\"http:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134831-1-703x1024.jpg\" alt=\"\" data-id=\"3234\" data-full-url=\"http:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134831-1-scaled.jpg\" data-link=\"http:\/\/aep61-74.org\/?attachment_id=3234\" class=\"wp-image-3234\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134831-1-703x1024.jpg 703w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134831-1-206x300.jpg 206w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134831-1-768x1119.jpg 768w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134831-1-1054x1536.jpg 1054w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134831-1-1406x2048.jpg 1406w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134831-1-scaled.jpg 1757w\" sizes=\"(max-width: 703px) 100vw, 703px\" \/><\/figure><\/li><\/ul><figcaption class=\"blocks-gallery-caption\">Feridos de guerra portugueses condecorados pelos franquistas e documentos que a o governador civil da Catalunha facultava no apoio \u00e0 resist\u00eancia.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Apresenta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>De uma forma gen\u00e9rica a Revista pretende fornecer elementos de reflex\u00e3o e divulgar os resultados de processos de investiga\u00e7\u00e3o recentes, mas deseja ainda homenagear os protagonistas, de ambos os lados da fronteira,  de um conflito e de uma guerra cujas consequ\u00eancias foram a morte, o ex\u00edlio, a deporta\u00e7\u00e3o para campos de concentra\u00e7\u00e3o e outras barbaridades que os franquistas e os seus c\u00famplices impuseram aos combatentes pela Rep\u00fablica e pela liberdade.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Portugal foi o pa\u00eds europeu mais afetado pela Guerra Civil Espanhola devido ao seu regime pol\u00edtico antiparlamentar e antidemocr\u00e1tico, profundamente hostil \u00e0 Segunda Rep\u00fablica Espanhola e devido tamb\u00e9m \u00e0 sua forte comunidade de imigrantes no pa\u00eds vizinho. <\/p>\n\n\n\n<p>O apoio de Salazar foi decisivo para o sucesso do levantamento  nacionalista, um comprometimento que continuou nos bastidores durante os anos de guerra enquanto que a oposi\u00e7\u00e3o portuguesa, e os exilados em particular, se envolviam na defesa da Espanha Republicana e para al\u00e9m disso na luta antifascista. A massa de imigrantes portugueses em Espanha teve que escolher um dos lados. Tal e qual os espanh\u00f3is, eles vivenciaram a integra\u00e7\u00e3o ou no ex\u00e9rcito nacionalista ou no republicanos, o \u00eaxodo para Fran\u00e7a, o aprisionamento em campos franceses, o retorno de alguns a Espanha e o encarceramento em campos franquistas, trabalharam nas <em>Compagnies de Travailleurs<\/em>, a press\u00e3o francesa pelo alistamento na Legi\u00e3o Estrangeira, a deporta\u00e7\u00e3o para campos de concentra\u00e7\u00e3o do Terceiro Reich, ou at\u00e9 a participa\u00e7\u00e3o na Resist\u00eancia. Destino partilhado com os republicanos espanh\u00f3is, os portugueses foram duplamente derrotados: <strong>pela hist\u00f3ria e pela mem\u00f3ria. Este livro pretende homenage\u00e1-los&#8221;.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fronteira que une e que separa<\/h2>\n\n\n\n<p>Este trabalho coletivo tamb\u00e9m preenche um vazio gritante.<\/p>\n\n\n\n<p>Como Marie-Christine Volovitch-Tavares e Cristina Cl\u00edmaco indicam na sua apresenta\u00e7\u00e3o, trata-se de explorar \u201cuma parte que se ignorou durante muito tempo ou da qual muito pouco se conheceu, desta guerra que mostrou o estreito entrela\u00e7amento da hist\u00f3ria espanhola e da portuguesa nos dois lados de uma fronteira que une tanto quanto separa.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi preciso esperar v\u00e1rios anos e s\u00f3 depois do fim das duas ditaduras (o Estado Novo em 1974 e o franquismo em 1975), a investiga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, tanto do lado portugu\u00eas como do lado espanhol, se concentrou nesta  vertente da Guerra Civil Espanhola, incentivando pesquisas que se cruzam e se complementam.<\/p>\n\n\n\n<p>Os textos que apresentamos destacam a participa\u00e7\u00e3o dos portugueses na Guerra Civil Espanhola bem como a import\u00e2ncia e complexidade do envolvimento de Portugal e dos portugueses nessa guerra e sublinham o quanto este conflito armado foi desde os seus prim\u00f3rdios um confronto ib\u00e9rico, ao mesmo tempo pol\u00edtico, ideol\u00f3gico e sob certos \u00e2ngulos, militar, para al\u00e9m dos confrontos especificamente levados a efeito num \u00fanico territ\u00f3rio, o espanhol.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa hist\u00f3rica, como os relatos memoriais que apresentamos, destacam o estreito entrela\u00e7amento dos desafios para os dois pa\u00edses e para as suas popula\u00e7\u00f5es nos anos 1936-1939, mas tamb\u00e9m nos anos anteriores e seguintes&#8221;. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cover alignwide has-background-dim-20 has-background-dim is-position-center-center\" style=\"background-image:url(http:\/\/aep61-74.org\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/20210314_134931-1-scaled.jpg);min-height:375px;background-position:40% 26%\"><div class=\"wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-text-align-center has-text-color\" style=\"color:#fffffa;font-size:74px;line-height:1.1\"><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Aviadores franquistas for\u00e7ados a aterrar e feitos prisioneiros<\/p>\n\n\n\n<p>Dados da Revista apresentada:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>LES PORTUGAIS ET LA GUERRE D\u2019ESPAGNE .<\/li><li>Engagement militant, solidarit\u00e9s et m\u00e9moires<\/li><li>Riveneuve continents N\u00b0 29-30<\/li><li>Exils et migrations ib\u00e9riques au XXe si\u00e8cle<\/li><li>Nouvelle s\u00e9rie N\u00b0 11-12<\/li><li>Editeur : Riveneuve<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SEM FRONTEIRAS | 13 de mar\u00e7o de 2021 | Revista Exils et migrations ib\u00e9riques 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