{"id":6014,"date":"2022-04-13T01:46:42","date_gmt":"2022-04-13T01:46:42","guid":{"rendered":"https:\/\/semfronteiras.eu\/?p=6014"},"modified":"2022-04-13T01:46:48","modified_gmt":"2022-04-13T01:46:48","slug":"nos-viemos-ou-a-memoria-da-imigracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nsf.pt\/index.php\/2022\/04\/13\/nos-viemos-ou-a-memoria-da-imigracao\/","title":{"rendered":"\u201cN\u00f3s viemos\u201d ou a mem\u00f3ria da imigra\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\"><strong>AGENDA<\/strong><\/mark> | 20 de abril no Museu da Imigra\u00e7\u00e3o em Paris<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized is-style-default\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/semfronteiras.eu\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/artur4.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6016\" width=\"228\" height=\"227\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/artur4.jpg 385w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/artur4-300x298.jpg 300w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/artur4-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 228px) 100vw, 228px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>por <strong>Artur Monteiro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\"><br><strong>Como olhar para as imagens dos refugiados de hoje quando se viveu, h\u00e1 mais de cinquenta anos, a mesma \u201caventura\u201d, a mesma viol\u00eancia, a mesma err\u00e2ncia? <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">O que guardamos na  nossa mem\u00f3ria, que mem\u00f3ria, que despertar? Esta \u00e9 a \u201cli\u00e7\u00e3o de vida\u201d que Jos\u00e9 Vieira partilha connosco no seu filme <strong>N\u00f3s<\/strong> <strong>viemos<\/strong>, apresentado ter\u00e7a-feira no Forum des Images nas suas ter\u00e7as de 100% doc.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c2015: Os comboios s\u00e3o invadidos por refugiados. Eu integro essas imagens de pessoas em fuga na  minha hist\u00f3ria: eu tinha sete anos quando cruzei a fronteira em 23 de janeiro de 1965 em Hendaye. Na minha mem\u00f3ria, nenhum vest\u00edgio da minha chegada \u00e0 Fran\u00e7a. Como contar um acontecimento do qual n\u00e3o temos mem\u00f3ria, sen\u00e3o procurando a nossa hist\u00f3ria na dos outros?<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Imagens que s\u00e3o alertas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 assim que Jos\u00e9 Vieira nos apresenta a sua abordagem como cineasta e cidad\u00e3o observador do mundo, das convuls\u00f5es humanas e o seu empenho porque as suas imagens s\u00e3o alertas sobre o que se passa \u00e0 nossa volta.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 como uma carta filmada para a filha, com um texto lindo e po\u00e9tico sobre a mem\u00f3ria da imigra\u00e7\u00e3o. E ele pergunta &#8221;para que serve a nossa mem\u00f3ria da imigra\u00e7\u00e3o?&#8221; N\u00e3o para reclamar, \u00e9 in\u00fatil, mas sim para nos dizer &#8221;n\u00e3o olhe para o que somos, mas para o que nos tornaremos, o que queremos vir a ser&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"411\" height=\"237\" data-id=\"6020\" src=\"https:\/\/semfronteiras.eu\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/devenir.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6020\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/devenir.jpg 411w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/devenir-300x173.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 411px) 100vw, 411px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>E \u00e9 todo o interesse deste document\u00e1rio nos convidar, nos permitir acompanhar nestas imagens de hoje e noutras de ontem, como esta hist\u00f3ria se faz presente e nos persegue com a mesma for\u00e7a e nitidez da hist\u00f3ria que nos precedeu. \u00c9 um documento de transmiss\u00e3o do que d\u00e1 continuidade \u00e0s nossas vidas mesmo que seja a hist\u00f3ria de uma ruptura!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hendaye<\/h2>\n\n\n\n<p>O seu filme fala-nos de ontem, dos milhares de portugueses que atravessaram ilegalmente a fronteira, sobretudo em Hendaye, nos anos 1960 e in\u00edcio dos anos 1970, e fala-nos tamb\u00e9m dos refugiados de \u00c1frica de hoje, que t\u00eam as mesmas palavras, os mesmos olhares, as mesmas expectativas.<\/p>\n\n\n\n<p>Somos levados pelas imagens do comboio, que Jos\u00e9 Vieira conhece e gosta de filmar, das esta\u00e7\u00f5es e a de Hendaye, local de chegada e tr\u00e2nsito, que deixou uma marca duradoura em gera\u00e7\u00f5es de imigrantes ilegais. Migrantes da d\u00e9cada de 1930, refugiados espanh\u00f3is fugindo de Franco, portugueses, migrantes econ\u00f4micos e pol\u00edticos fugindo de Salazar e recusando-se a participar da guerra colonial\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>As not\u00edcias sobre refugiados deste m\u00eas de mar\u00e7o de 2022 relan\u00e7am o tema, noutras esta\u00e7\u00f5es, e o assunto sempre presente, neste \u201chorizonte de vida e destino\u201d humano.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Descrimina\u00e7\u00e3o dos refugiados<\/h2>\n\n\n\n<p>Presente durante a apresenta\u00e7\u00e3o do seu filme, Jos\u00e9 Vieira especifica ainda que se a imagem da imigra\u00e7\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o presente para ele, \u00e9 &#8220;tamb\u00e9m pelo que se passa hoje em Fran\u00e7a&#8221; da forma como os refugiados s\u00e3o tratados, discriminados. E ele est\u00e1 certo, entre os jovens migrantes-refugiados em La Chapelle ou Calais, fugindo de guerras, e o afluxo maci\u00e7o de refugiados ucranianos fugindo de outra guerra, h\u00e1 tantas diferen\u00e7as e tantas semelhan\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00f3s viemos&#8221;, outros ir\u00e3o chegar, saberemos estar presentes para acolher esses Outros que n\u00e3o somos  n\u00f3s\u2026?<\/p>\n\n\n\n<p>E j\u00e1 que Jos\u00e9 Vieira nos mostrou Hendaye, abaixo est\u00e1 uma imagem de uma manifesta\u00e7\u00e3o em dezembro de 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Hendaye, 150 pessoas manifestaram-se para exigir a abertura de uma comiss\u00e3o parlamentar de inqu\u00e9rito sobre as &#8220;viola\u00e7\u00f5es dos direitos&#8221; dos migrantes. &#8220;Queremos sair do di\u00e1logo est\u00e9ril, a dois,  entre as associa\u00e7\u00f5es e o Minist\u00e9rio do Interior&#8221;, explicou V\u00e9ronique Fayet, da Secours Catholique. La Cimade denuncia as condi\u00e7\u00f5es de deten\u00e7\u00e3o no centro de Hendaye. \u2022 obrigado pela foto \u00a9 GAIZKA IROZ \/ AFP.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"428\" height=\"237\" data-id=\"6019\" src=\"https:\/\/semfronteiras.eu\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/hendaye-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6019\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/hendaye-1.jpg 428w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/hendaye-1-300x166.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 428px) 100vw, 428px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"has-cyan-bluish-gray-background-color has-background\"><li>No primeiro coment\u00e1rio, a filmografia de Jos\u00e9 Vieira e trecho de um breve texto que escreveu sobre o fot\u00f3grafo <a href=\"http:\/\/blog\/041118\/gerald-bloncourt-le-photographe-de-mon-enfance.\">G\u00e9rald Bloncourt:<\/a> <\/li><li>* * * No segundo coment\u00e1rio, refer\u00eancia ao filme de Robert Bozzi, \u201cLes Gens des Baraques\u201d, tamb\u00e9m apresentado esta ter\u00e7a-feira no Forum des Images como primeira parte do 100% doc.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Cr\u00f3nica inicialmente publicada no Clube de Mediapart | Arthur Porto, 3 de abril de 2022. Colabora\u00e7\u00e3o do autor com o Sem F<em>ronteiras.<\/em><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-blockspare-blockspare-section-header aligncenter blockspare-b2b43c8c-fdcb-4 blockspare-section-header-wrapper blockspare-blocks aligncenter\"><style>.blockspare-b2b43c8c-fdcb-4 .blockspare-section-head-wrap{background-color:transparent;text-align:center;padding-top:10px;padding-right:20px;padding-bottom:10px;margin-top:30px;margin-bottom:30px;padding-left:20px}.blockspare-b2b43c8c-fdcb-4 .blockspare-section-head-wrap .blockspare-title{color:#404040;font-size:32px;font-family:Default;padding-top:5px;padding-bottom:5px}.blockspare-b2b43c8c-fdcb-4 .blockspare-section-head-wrap .blockspare-subtitle{color:#6d6d6d;font-size:18px;font-family:Default;padding-top:5px;padding-bottom:5px}.blockspare-b2b43c8c-fdcb-4 .blockspare-title-dash{color:#8b249c}@media screen and (max-width:1025px){.blockspare-b2b43c8c-fdcb-4 .blockspare-section-head-wrap 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class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\"><strong>20 de abril<\/strong><\/mark><\/p><span class=\"blockspare-title-dash blockspare-lower-dash\"><\/span><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-cyan-bluish-gray-background-color has-background\">No \u00e2mbito do R\u00e9sidence Fronti\u00e8res 2021, em parceria com o GREC<br>Sobre este evento<br>Hugo Dos Santos, laureado da R\u00e9sidence Fronti\u00e8res 2021 pelo seu projeto Transit e Jos\u00e9 Vieira, realizador de cerca de trinta document\u00e1rios entre os quais <em>A foto rasgada, cr\u00f3nica da emigra\u00e7\u00e3o clandestina (2001)<\/em>, regressam \u00e0 hist\u00f3ria da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa em Fran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-cyan-bluish-gray-background-color has-background\">N\u00f3s viemos, um filme de Jos\u00e9 Vieira<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-cyan-bluish-gray-background-color has-background\">Fran\u00e7a, 2021, document\u00e1rio, 1h16 min<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"710\" height=\"360\" data-id=\"6021\" src=\"https:\/\/semfronteiras.eu\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/MEMOIRES.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6021\" srcset=\"https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/MEMOIRES.jpg 710w, https:\/\/nsf.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/MEMOIRES-300x152.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 710px) 100vw, 710px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><em>Foto \u00a9 publicada pelo Mus\u00e9e Nacional de l\u00b4Histoire de l\u00b4Immigration<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>AGENDA | 20 de abril no Museu da Imigra\u00e7\u00e3o em Paris por Artur Monteiro 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