Correspondente da televisão Al Jazeera assassinado em Gaza
Jornalista foi assassinado com vários outros jornalistas numa tenda para a imprensa à porta do hospital da Cidade de Gaza
Foi este domingo 10 de agosto. O governo israelita está a eliminar as mais importantes testemunhas do genocídio em Gaza.
Anas Al-Sharif, correspondente da televisão Al Jazeera, uma das mais conhecidas figuras da Palestina, foi assassinado com vários outros jornalistas numa tenda para a imprensa à porta do hospital da Cidade de Gaza. São mais de 200 os jornalistas mortos em menos de dois anos pelo Exército Israelita.
O assassinato deste jornalista, que aparecia várias horas por dia em directo e em reportagens foi uma das primeiras vozes a denunciar a instrumentalização da fome em Gaza, já tinha sido precedido por uma campanha que anunciava que estava numa lista de figuras públicas a abater. Tinha 28 anos. Em breve, quem permanecer na Cidade de Gaza é considerado, só por isso, como terrorista do Hamas. Antes da expulsão, Israel tenta um ‘blackout’ informativo.
Pouco antes de ser assassinado, Al-Sharif postou: “Quem não levanta a voz é cúmplice deste genocídio”.
Fonte uma das mais conhecidas figuras da Palestina, foi assassinado com vários outros jornalistas numa tenda para a imprensa à porta do hospital da Cidade de Gaza
Fonte uma das mais conhecidas figuras da Palestina, foi assassinado com vários outros jornalistas numa tenda para a imprensa à porta do hospital da Cidade de Gaza

Foto – Al Jazeera, in Facebook
Fonte – Karen Shebek, via Helena Pato